sábado, 8 de maio de 2010
SUPREMASSIA DE DEUS
.-. JEREMIAS 18.2 = SAIA DA TUA POSIÇÃO e VÁ LÁ NA CASA DO ARTESÃO e PERCEBA COMO ELE MOLDA A SUA OBRA . Veja como o oleiro dá vida à sua imaginação, o seu projeto.
-*- Qual a vontade soberana de Deus que nos dá determinações que aos nossos olhos naturais parecem loucura?
*-* Quantas vezes a nossa “justa” justiça com as coisas relacionadas às coisas de Deus, na nossa percepção natural (humana), nem sempre é a de Deus.
Nisso fazemos julgamento e nisso podemos estar desagradando a Deus. ( LÊR ISAIAS 29.13 À 16)
-*- Algums pensam como naturais e assim agem. Quem pensa como à espirituais não são discernidos pelos contrários.
-*- A Palavra fala : “Para nós crescermos na Graça (Amor) de Cristo e no conhecimento da força do seu poder.
O conhecimento está aonde? Na percepção, na inteligência, naquilo que observamos e percebemos como conveniente.
Também fala que nós temos a mente de Cristo (LER 1ª Coríntios 2.12 à 16).
-*-_Se temos a mente de Cristo e Cristo está em nós, logo devemos pensar como os céus pensam. Não que sejamos deuses, mas temos o Espírito de Deus que nos dirige e orienta.
Quantas coisas simples que muitas vezes desprezamos como mensagem de Deus para nós, é ali Deus menciona o seu querer. Por isso a percepção às coisas espirituais.
Deus enviou Jeremias à um simples artífice em sua rotina diária, provavelmente, quantas vezes Jeremias havia passado ou estado com aquele oleiro, mas nunca percebeu o trabalho do oleiro como sendo algo de aproveitamento espiritual. Aqui mesmo, quantas vezes já ouvi sobre este assunto, mas nunca me havia percebido sobre este ângulo de compreensão. Quem me leva à perceber isso? Claro o Espírito de Deus age assim. Nisso creio.
-*- Deus não vê como nós vemos. Não está preso ao espaço e ao tempo como estamos, nossa visão é paralaxe, isto é, distorcida, em desacordo, momentânea e limitada. O que em absoluto não é o caso de Deus. Nisso está a sua SOBERANIA.
_*_ Reconhecer que Deus está desejo de trabalhar em cada vaso e o seu trabalhar não é segundo a nossa compreensão, mas segundo sua soberania divina. É como fala a Palavra: Quem Lhe sondou a mente para que pudesse dar-Lhe conselho sua obra?
_*_ Em sua soberania, Deus retira alguns homens do pó e os coloca em tronos (José-Egito), como também faz o inverso, retira do trono, e os coloca no pó (Nabucodonosor Rei babilônico).É a sua soberania e o seu trabalhar, para mostrar que o homem sem Deus não é ninguém, simplesmente pó, mas pode virar barro e transformar-se em vaso e utensílio de honra no Seu Reino.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 09.5.2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O CONHECIMENTO
A experiência trás o conhecimento e o conhecimento fortifica a esperança.
Vejamos em Provérbios 3:13 – Bem aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento.
Provérbios 18:15 - O coração do sábio adquire o conhecimento, e os ouvidos dos sábios busca a ciência.
Encontramos na bíblia diversos textos que nos falam sobre conhecimento. Podemos até afirmar, ser, uma das palavras mais bonitas que existe no livro sagrado. Aonde por fé, cremos, por isso, testificamos, que ali, se encontra a palavra do Deus vivo à toda pessoa que o queira como Senhor.
Vamos continuar citando alguns trechos da palavra de Deus, a onde Ele está nos falando sobre conhecimento que nos traz esperança. Tanto no Velho Testamento, quanto no Novo Testamento, há inúmeras passagens sobre a palavra esperança, ou do conhecimento que nos impulsiona e irmos adiante, rumo ao que é proposto, para aqueles que são chamados e aceitam a Palavra, segundo os seus propósitos..
Vejamos também em Colossenses 3:10 – E vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem Daquele que o criou.
Fomos nascidos em Cristo, pela expiação do seu corpo na cruz do Calvário. No derramar do seu sangue, em cada gota ali vertida de seu sangue. Até que não suportando mais, a agonia da cruz, entregou o seu espírito a Deus. Dizendo: -Tudo está consumado! Encerrando ali, seu ministério aqui na terra, e indo à sepultura, como um homem. Deixou de ser homem no terceiro dia, quando veio a ressuscitar, tornando-se Deus Filho e voltou ao Seu Pai, em Carne e Espírito, e aonde está a direita de Deus, Nosso Pai , a interceder por aqueles que o buscam. E que estão atentos aos seus mandamentos.
Jesus, ao morrer, por mim, por você e por todos que por aqui andaram, andam e andarão, quis demonstrar que não haverá mais a necessidade de haver sacrifícios tanto humano, quanto de animais, como fala em Lucas 1:76 à 79 – E tu ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos, para dar ao seu povo o conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados. Pelo íntimo da misericórdia no nosso Deus, com que o oriente do alto nos visitou, para colocar em luz os que estão assentados nas trevas e a sombra da morte, colocando-os e dirigindo os nossos pés pelo caminho da paz.
Não mais precisando de intermediários, como está em Oséias 4:6 Que o povo havia sido destruído porque faltou-lhes o conhecimento de Deus.
E também em Oséias 6:6 – Porque eu quero misericórdia e não sacrifícios, e o conhecimento de Deus mais do que holocaustos.
Naquela época do Rei, e Profeta Oséias, para que Deus os atendesse, e os pecados do povo fossem encobertos, ainda eram necessários sacrifícios de coisas imoladas, e que se derramasse sangue e derretesse a gordura do animal imolado em local de sacrifício, para subir como incenso aos céus.
Hoje, graças a Deus que isso não é mais necessário, Deus enviou o seu filho para que os pecados pudessem ser expiados, e não mais encobertos pelo sacrifício de coisas.
Exercitamos a nossa fé somente, e, isto basta. Não precisa ser mais pela fé de sacerdotes, nem de outros intermediários entre Deus e nós, homens.
Deus, nos enviou por sua misericórdia, o seu filho unigênito, para que todos aqueles que Nele crêem não morram, mais tenham a vida eterna.
Sua vida foi curta para que se cumprisse a Palavra de Deus, que Jesus seria chamado Profeta do altíssimo, anunciando as boas novas, o plano de Deus para a salvação de todos, e que para isto precisava morrer pelos pecadores, tendo por objetivo a nova aliança entre Deus e os homens.
Naquela maldita cruz, Jesus Cristo se fez pecador, querendo com isso, demonstrar que o pecado do homem original, Ele, também estava carregando sobre Si. Jesus foi tentado também, para que desistisse dos planos de Deus, mas Ele sabia qual era sua missão e queria demonstrar que o homem original não foi feito para o pecado; mas pecou, pecou pela sedução das coisas oferecidas, se deixando seduzir pelo que lhe foi apresentado como bom, pelo seu ouvido entrou o pecado, que pelo olhar e ouvido, já havia acontecido pela fraqueza de sua companheira. A cruz, que foi maldita para nós, após a crucificação, nos tornou bendita, pois, por ela, todos os nossos pecados foram perdoados ao serem expiados, na crucificação do Filho de Deus.
A expiação, adquirida por fé, daqueles que aceitam o sacrifício de Jesus, se dá com pequenas palavras que pela tua vontade e desprendimento das coisas terrenas, você pronuncia: - eu Te aceito Jesus Cristo, como Único e suficiente Salvador da minha vida. E então, você começará a almejar coisas, que pela tua fé será despertado a querer, nas potestades celestiais.
Você tem a escolha, ficar sentado, a onde estás, na beira da morte física e espiritual, ou, vir para a luz, aonde há vida em abundância, pois é vida com Cristo e promessa de morada com Deus. Traga o Espírito Santo ao teu coração. Aceite-O hoje, enquanto ainda é tempo.
Prepara-te meu amigo. Pois a vinda de Jesus Cristo está próxima.
Tão somente creia Naquele que foi enviado por Deus. Está escrito em Atos 13:38 - Tomai, pois, conhecimento do que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste, e por meio dele, todo o que crê é justificado de todas as coisas das quais vós pela Lei de Moisés não pudestes ser justificados.
Como lemos em Colossenses 3:10 – Que passamos a ser novas criaturas. Então, não devemos nos envolver nos velhos hábitos do velho homem. Pois se assim o fizermos, estaremos crucificando novamente a Jesus. E não temos como isso assim o fazer. Só o aceitamos uma vez, fora disso, é não ter conhecimento do que sua morte representou para nós, é não ter convicção de nossa atitude e determinação de O aceitar como Salvador.
Aceite-O e dê prosseguimento na história de Deus, na salvação de sua criação, contra a vontade de satanás, que é fazer com que todos se percam.
Deus quer que todos se reencontrem. Para isso ter enviado a terra, o seu filho. Aquele que pelo poder que há no seu nome, liberta você deste mundo de escravidão. Pois o pecado, nos aprisiona, nos escraviza, faz com que tenhamos de carregar o fardo de satanás, pois sendo satanás espírito, usa as pessoas para que carreguem o seu jugo. Conduzindo ao abismo, pois o fardo do pecado é a morte e o pecador por carregar nas costas o jugo imposto à satanás, anda de cabeça baixa. O pecado, faz com que o pecador, não consiga ver além do horizonte. Aonde o sol que brilha, brilha com mais intensidade.
Liberte-se do pecado. Liberte-se do mundo das trevas, venha para o mundo da Luz.
É na Luz que você encontra o verdadeiro conhecimento. Sabemos que quem caminha na escuridão, não encontra o caminho.
Há alguém querendo tirar você da escuridão, esse alguém é Jesus. Jesus sempre envia pessoas a falar para você, que o quer em seu caminho. Que é o caminho correto à toda criatura.
Neste caminho, você começará a ter experiências com Deus, através do Espírito Santo, e irá querer trazer, também, outros, que assim como você andava em veredas tortuosas. Caminhos errados. O Espírito Santo, fará crescer em ti, uma vontade tamanha de fazer com que a vontade de Deus seja cumprida o mais rapidamente possível, que é : QUE TODOS SE SALVEM. Para que a vinda de Jesus Cristo se cumpra o mais rapidamente possível, e, que Ele venha para buscar os seus escolhidos. Queira você, estar no meio desses escolhidos. Seja você, um separado do mundo. Aguardando a volta do Salvador, assim como está em 1ª Tessalonisenses 5:24- Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.
-Valdir Carvalho – 05/2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
missões e evangelismo
Dividindo entendimento:
a) MISSÕES:
- Missão é a incumbência, é o dever à ser cumprido. Recebemos de Cristo a incumbência de pregar. (atos 10.42). Cristo nos deixou a orientação de fazermos discípulos de todas as nações : quer de etnias, tipos e nacionalidades. Sem fazermos acepção.
- A causa primária da igreja é o desejo de ganhar almas. Uma igreja que não tenha o comprometimento com sua missão não tem despertado nela o desejo pelas almas.
- Atuação no que diz respeito ao apoio social dos que pelas Boas Novas do Evangelho são alcançados. Em sua missão a igreja levanta fundos para execução das obras do missionário e sua permanência no campo missionário, sua área de atuação.
- As missões se dão em aspecto assistencial, onde as obras acompanham as palavras, além do evangelizar em si mesmo.
- Mesmo com a apatia que permeia no seio da igreja, deve ela ser instigada a que se execute seu papel de evangelizar, e não deixar somente aos encarregados, aos seus apóstolos e intelectuais como aos seus pastores ou obreiros apenas.
- A vocação às missões infelizmente não está na compreensão de todos. Queima no coração dos que tem o desejo de executá-la. E muitas vezes são executadas por pessoas que dão o apoio ao pregar da palavra, aja visto ser feita por enfermeiros, sociólogos, pastores preparados com o objetivo de integrar o alcançado pela palavra com sua própria comunidade, numa constante educação sobre o cristianismo e a fé que se quer difundir. Em áreas de missões o evangelismo não cabe dar ênfase ao papel social. O evangelismo puro e simples se prende a divulgação da Palavra.
b) EVANGELISMO:
- O evangelismo se dá pelas formas e métodos de praticar os atos evangelísticos, que vai deste uma entrega de panfleto, pela recepção, acomodação, instigação à membresia.
- O evangelismo interno, atua despertando a igreja ao ide.
- O evangelismo externo aplica o aprendizado que se obteve dentro das 4 paredes.
- O entusiasmo ao evangelismo precisa ser despertado na incumbência de todo cristão.
- As pessoas de diferentes idades necessitam ser envolvidas no processo de compreenderem que são evangelizadoras por terem sido evangelizadas.
- Nos dias primitivos, as modalidades mais notáveis no evangelismo aconteciam pela disposição de pessoas leigas, pessoas comuns, que eram os missionários ou evangelistas informais. Sem grandes conhecimentos, mas com profundo desejo de fazerem discípulos e ganharem as almas à Cristo.
Que detinham dentro de si um só pensamento: DE VEREM SUAS IGREJAS CRESCEREM. Hoje perdemos este desejo, ficamos apáticos e quando não, transferimos esta incumbência para somente um grupo: O DO EVANGELISMO.
- Por isso o evangelismo zeloso numa congregação, tanto por idosos quanto por jovens, é a demonstração do compromisso com a causa divina, onde as evidências da real transformação se dá na utilização do tempo em difundir a Palavra de Deus.
- Devemos considerar que nem todos tem a compreensão do que seja a CAUSA DIVINA. Por isso o ensino com ênfase aos processos que nos são requeridos para a salvação.
- Lutaremos em sermos evangelistas melhores e desenvolvermos nossas qualificações espirituais e sacerdotais.
ZACARIAS 8. 20 : O SENHOR Todo-Poderoso diz: —Vai chegar o dia em que moradores de muitas cidades virão até Jerusalém. Os moradores de uma cidade dirão aos de outra cidade: “Nós vamos adorar o SENHOR Todo-Poderoso e pedir que ele nos abençoe!” E os outros responderão: “Pois nós vamos com vocês!”
22 Muitos povos e nações poderosas virão a Jerusalém para adorar o SENHOR Todo-Poderoso e pedirem que ele os abençoe.23 Naqueles dias, dez estrangeiros irão agarrar um judeu para lhe dizer: “Nós queremos seguir a sua religião, pois ouvimos dizer que Deus está com vocês.\\
Valdir Carvalho - Cascavel-Pr 09.4.2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
SOMOS GENEROSOS?
- Generosidade é a virtude, que está por trás de uma decisão que nos impele a atuar como voluntários de ações sociais públicas ou individuais. É também a ''virtude daquele que se dispõe a sacrificar os seus próprios interesses em benefício de outrem''. É a caridade entre as pessoas.
Aquele que é generoso ao praticar sua ação, sempre se desfaz de um BEM que lhe é PRECIOSO para dar aquele que é atendido. Ex.: seu tempo, sua dedicação, seu afeto, seu dinheiro, seu esforço, etc...
“Ser generoso é saber-se livre para agir bem e querer-se assim. O homem generoso não é prisioneiro de seus afetos, nem de si; ao contrário, é senhor de si e, por isso, não tem desculpas nem as procura. À vontade lhe basta. A virtude lhe basta. Ser generoso é ser livre de si, das próprias pequenas covardias, pequenas posses, pequenas cóleras, pequenos ciúmes…”
Há diferentes tipos de pessoas que aplicam sua generosidade:
- Doadores por convicção: São desprendidas de seus interesses em benefício do interesse alheio.
- Doadores por conveniência : Os que doam para serem percebidos e querem méritos por assim fazer. Muitas vezes em tais práticas escondem-se de suas mazelas, seus erros, compensando uma com outras atitudes.
- Doadores por coerção: Se dispõem em ajudar o próximo dado que podem ser discriminados pela ação de outrem que está a sua volta oferecendo ajuda. São impelidos em ajudar por sentirem-se constrangidos.
O apóstolo Paulo havia decidido levantar uma oferta aos irmãos da Judéia e para isto mandará emissários que se adiantassem neste negócio, razão em ter escrito na carta de 2 Coríntios 9. 1 : A respeito do auxílio que vocês estão mandando ao povo de Deus na Judéia, de fato, não tenho nada que escrever a vocês. Sei que estão querendo ajudar, e por isso eu os tenho elogiado para os irmãos da província da Macedônia. Eu disse que vocês, os irmãos que moram na província da Acaia, já estavam dispostos a ajudar desde o ano passado. A maioria deles ficou muito animada com a boa vontade de vocês. Agora estou enviando estes irmãos para que não fique sem valor o elogio que fiz a respeito de vocês sobre esse assunto. Mas, como eu disse, vocês estarão prontos para ajudar. Porém, se alguns irmãos da Macedônia forem comigo e não os encontrarem preparados, isso vai ser uma vergonha para nós, que tivemos tanta confiança em vocês. E sem falar na vergonha que vocês mesmos vão sentir. Por isso achei que era preciso pedir aos irmãos que fossem antes de mim para preparar a oferta que vocês prometeram. E assim, quando eu chegar aí, ela já estará pronta, e todos ficarão sabendo que vocês deram ofertas porque quiseram e não porque foram obrigados. Lembrem disto: quem planta pouco colhe pouco; quem planta muito colhe muito. Que cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria. E Deus pode dar muito mais do que vocês precisam para que vocês tenham sempre tudo o que necessitam e ainda mais do que o necessário para fazerem todo tipo de boas obras.Como dizem as Escrituras Sagradas: “Ele dá generosamente aos pobres, e a sua bondade dura para sempre.”
Aquele que tem o amor de Cristo em sí, é desprendido de pequenas coisas que impedem de praticar generosidade.
A caridade não visa interesses, nem faz os homens prisioneiros de suas ambições...
Valdir Carvalho- Cascavel-Pr
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
DEUS CONHECE SEUS UTENSILIOS
Deus não faz acepção entre as pessoas. Nem toma ninguém por inocente.
Achegando-se a Ele, Ele é misericordioso e Justo em perdoar nossas culpas, lançando-as no MAR DO ESQUECIMENTO para NUNCA MAIS FAZER MENÇÃO. Agradando-se d’Ele pela fé que nos dá, haveremos de ser transformados em vasos de HONRA, caso contrário seremos jogados fora.
2 Timóteo 2.19 à 21: Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor. Ora, numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata; há também de madeira e de barro. Alguns, para honra; outros, porém, para desonra. Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra.
Houve um rei na história do povo de Deus que se utilizou dos utensílios da casa de Deus em benefício pessoal, numa grande festa particular, tendo sido pesado na balança de Deus por assim agir.
Daniel 5.1à 4 : O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil. Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabucodonosor, seu pai, tirara do templo, que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. Então, trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da Casa de Deus que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes e as suas mulheres e concubinas. Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra.
Quantos tem se aproveitado dos utensílios da casa de Deus para benefício pessoal, aproveitando-se de vasos cheios do Espírito Santo para deles tirarem proveito.
Muito frequentemente estas coisas acontecem em períodos que antecedem eleições. Palanques são armados, grandes estruturas são montadas, banquetes são feitos, e aí, homens que tiram proveito da simplicidade e do poder do evangelho, fazem suas negociatas. Deus chama a atenção dos homens por isso: PESADOS ESTÃO SENDO.
Sabemos que somos tidos como vasos nas mãos do Oleiro, e Ele tem levantado alguns destes utensílios, que aparentemente sem importância, trazem dentro de si algo precioso, que só reconhece quem sabe o que representa, quem tem o Espírito do conhecimento da verdade.
Porque no reino dos céus é semelhante aquele que abandonando tudo recebe de bom grado o Seu Senhor e deseja divulgar as suas obras. Ninguém que recebe de fato o Senhor que está à direita de Deus Todo Soberano, em seu coração, guarda para si tão doce perfume.
Uma mulher na antiguidade percebeu que deveria repartir o que melhor tinha guardado dentro de um vaso em sua casa. Visitava sua residência aquele que é digno de honra. Mas aquele gesto foi do desagrado de alguns que não compreendendo a honra que se prestava, se indignaram com o fato.
MATEUS 26.6 à 13.
Muitos fazem certas coisas para que sejam percebidos, outros porém, guiados pelo Espírito de Deus, o fazem para honra da sua fé. E nisso Deus é glorificado.
Em Filipenses 2.5 à 10, nos diz que Jesus sendo Deus, aniquilou-se a si mesmo para que todo homem possa reconhecer perante Deus que em nenhum outro nome há salvação pela qual devamos ser salvos.
Em Mateus 21.44, Jesus menciona que aquele que cair sobre Ele, digo isto na sua Palavra, ela se encarregará de quebrar aquele, fazendo esmigalhar-se perante o seu peso, pois Ele mesmo menciona que se o Filho do Homem nos libertar, seremos verdadeiramente livres.
Quantos vasos mesmo que dentro da casa de Deus, guardam entro de si os restos de uma vida passada, como que se o verdadeiro tesouro estivesse nas mágoas, nos ressentimentos, nos atos de impiedade, nos aborrecimentos vividos, no ódio e nos rancores. Não se deixam libertar. Estão presos em suas amarras.
O Filho do Homem abriu mão de sua majestade, e veio até nós para nos dar uma vida em abundância. Razão de ter morrido na cruz do calvário para que todo aquele que nele venha a crer não morra, mas tenha vida eterna. Esta é a Sabedoria de Deus.
Reconhecemos porque cremos que mesmo depois da morte, haveremos de estar com Cristo em sua Glória. Razão de diligentemente desejarmos que outros também aceitem esta verdade. Que nossos parentes, vizinhos e amigos tomem posse deste poder de Deus
No jovem Saulo, operava o poder do engano, razão de perseguir os primeiros cristãos da igreja, até que teve um maravilhoso encontro numa estrada que fez com que abrisse o seu entendimento e passasse a se encher o Espírito Santo de Deus. Trazendo-nos como gentios a revelação da Palavra de Deus. Se Saulo não se dispusesse em ir à rua direita, teria se transformado em Paulo?
Deus tinha em Paulo um vaso escolhido diante dos céus, para a pregação da Sua Vontade à todo homem de boa vontade.
No Apóstolo Paulo operava a morte, para que pela propagação do evangelho que ele se empenhava em difundir, produzisse vida nos que aceitassem. Assim é até os dias de hoje.
É necessário que eu diminua para que Ele cresça.
Só se esvazia o que se está cheio... O que temos carregado que ainda precisamos esvaziar?
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 30.01.2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
NOSSA CONSOLAÇÃO
2 Coríntios 4:8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados.
A consolação dos justos está na sua fé. Na crença em que há um Deus que tudo orienta e tudo permite. Algo que nos difere dos que não crêem em Deus. A maioria dos homens até reconhecem que há um Deus que permite e concede, mas não entende que Ele não tem prazer no sofrimento dos seus filhos.
O ímpio busca consolo no que possui e dali deseja abundância de paz. Constatamos que por momentos esta paz ainda que vivida, logo acaba, e se percebe um vazio na alma. Falta a entronização do Parakleto O Consolador enviado.
O sofrimento dos justos não está somente na perseguição dos estranhos da fé, está também na sua vida cotidiana, próprio dos seres humanos. Quando Deus colocou o homem no jardim do Éden, determinou que tirasse da terra o seu sustento. Então era vontade de Deus que o homem não somente tivesse comunhão com o Criador, mas que se esforçasse em sobreviver. Não teria sentido todo este globo existir sem que dele houvesse esforço à sobrevivência. (Gênesis 2.15)
Independente de sermos filhos de Deus, somos um povo que precisa da sua misericórdia, sabemos que em Sua Palavra está que ela é a razão de não sermos consumidos.
Levítico 26:12 E andarei no meio de vós e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo.
A teologia da MODERNIDADE, isto é a PROSPERIDADE, tem feito com que muitos
crentes, pensem que algo como: se “sou filho de Rei, então sou príncipe, logo sou herdeiro dos céus, e a isto então aguardo milagres acontecerem”.
Sabemos que não é assim que Deus deseja que seus filhos O busquem. A singeleza de coração não está no dizer das palavras, mas na razão das atitudes.
Jeremias 24:7 E dar-lhes-ei coração para que me conheçam, porque eu sou o SENHOR; e ser-me-ão por povo, e eu lhes serei por Deus, porque se converterão a mim de todo o seu coração.
Nosso Deus se agrada dos homens quando eles reconhecem a força da Sua Vontade, reconhecem a sua misericórdia. Reconhecem que sem ela ainda que os mais abastados possam usufruir de suas riquezas, mas que pudessem expressar-se : SEM DEUS NADA SOMOS.
Salmos 18:6 Na angústia, invoquei ao SENHOR e clamei ao meu Deus; desde o seu templo ouviu a minha voz e aos seus ouvidos chegou o meu clamor perante a sua face.
Quantos tem procurado nas suas posses a manutenção das suas almas, mas não discernem que não conseguirão salvá-las pelo poder do dinheiro ou do prestígio. Morrendo eles, nem nisso serão lembrados. O que acrescentaria felicidade à alma do mais ilustre cidadão terreno, que pudesse Deus dizer: Aqui está realmente uma pessoa que soube aproveitar sua vida na terra, e nisso Deus se jubilasse em saber que esta pessoa conseguisse ser salva no dia do Juízo? Sabemos por entendimento de fé, que nada pode ser acrescido. Poderia o socorro ou a orientação humana, servir de auxílio perante os céus? Não !
Salmos 60:11 Dá-nos auxílio na angústia, porque vão é o socorro do homem.
Deus não faz acepção de pessoa e não tira ninguém por inocente.
Sabemos que em Jesus toda criatura tem CONSOLO, pois Ele está no céu a interceder pelas nossas angústias diante de Seu Pai o Nosso Criador, eis que pelas suas pisaduras fomos sarados.
O que nos conforta em nossas tribulações aqui na terra, é a Ação do Espírito Santo de Deus.
Este que nos consola e nos dá alívio de todo o nosso sofrimento.
Nosso Mestre um dia disse: NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES MAS TENHA BOM ÂNIMO POIS EU VENCI O MUNDO.
Estamos no início do ano e certamente teremos lutas até o final dele. Desanimaremos?
Certamente não. Poderemos até ser atribulados, mas desistir em crer não.
Que Deus nos fortaleça pela sua Graça.
Valdir Carvalho - Cascavel-Pr, 07 de janeiro de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
O PALÁCIO E A MANJEDOURA
Mateus 2:11 Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra.
Sabemos que todo rei tem seu trono, uma cadeira real, dali ele delibera e dá suas ordens. Ali, ele é reverenciado, as pessoas se inclinam diante da força do seu poder, reconhecem autoridade, reconhecem o mando. Também sabemos que todo rei tem seu castelo, suas riquezas, e sendo rei, tem seu reino.
Um dia na antiguidade, influentes homens prestaram reverência a um Rei que sem palácio e sem reino, tinha por ornamentação uma simples manjedoura como referência de riqueza. Afinal, nem mesmo sua o era. Foi-Lhe alugado até. Nem consciência de rei, aquele recém nascido a tinha. Nem seus pais sabiam da força da tamanha autoridade que recaia sobre o rebento.
Homens tocados pela ação do Espírito de Deus foram levados a reconhecerem que em Belém da Judéia havia surgido à toda humanidade uma criança digna de todo reconhecimento em autoridade e singeleza de respeito, por se tratar de uma personalidade ímpar, à qual toda raça humana deveria prestar culto.
Aquele menino que nascido da concepção espiritual, haveria de transformar reis em seus súditos. E de súditos transformá-los em amigos apenas, nem servos Ele os chamaria mais, mas e Ele ainda fala aos homens de bom entendimento: Meu reino não é deste mundo.
O estábulo que se tornara palácio, foi por alguns instantes a sede terrena do maior reino que o mundo já conheceu, mesmo que sem despachos reais e sem cetro real. Não houve chancela em documentos, nem toque de clarins pela sua presença. Também não houve a corte e sua nobreza. Houve sim, pastores de ovelhas e muita simplicidade de ambiente.
Bem diferente do que vemos hoje em razão que o Rei que causou isso tudo, ter vindo tão humildemente, e nem ter onde nascer, dar causa aos homens que se dizem súditos, a opulência material da mensagem que um dia começou naquele estábulo em Belém.
Grandes homens hoje, sentados em suas cadeiras reais em suas vaidades, despacham suas vontades e determinam autoridade de reis que se julgam, sobre uma realidade que nem dela tem conhecimento e domínio, dado que dela só as tem por fé.
Mas afinal, quem são os verdadeiros súditos do Rei da manjedoura?
- Aqueles que com singeleza de espírito O tem por Senhor.
Aquele Rei nascido não em um berço esplêndido, mas num simples ambiente de uma estrebaria, mesmo com toda humildade aparente, era temido por reis, a ponto de seus pais terem de fugir apressadamente para um outro país. Aquele rei, sem formosura, foi perseguido desde tenra idade pelos seus súditos.
Aquele Rei que nascido em estrebaria, foi visto discutindo leis com os seus súditos.
Aquele Rei que nascido em cocho de animais, que sido enrolado em panos rotos, sem capa e sem coroa, um dia haveria de ter suas vestes reais, sendo sorteada entre seus algozes e aqueles mesmos súditos, coroado-O com espinhos por ornamento real.
Aquela criança que para muitos ainda permanece pequena. Pelo menos uma vez por ano os homens param por um dia para reverenciá-La como Rei que o É. Um dia apenas.
Aquele menino que faz com que os homens dela tirem proveito financeiro. Quando muito a tem como instrumento de comércio de suas mercadorias, por dias a fio, sem se aperceberem que Ele não deseja riquezas humanas, mas sim a riqueza da alma, a franqueza do coração, o verdadeiro sentido espiritual de cada pessoa existir perante seu reino.
Aquela criança, nascida num estábulo, que foi reverenciada como majestade, como toda alma vivente, um dia teve que cumprir seu propósito perante Seu Pai e perante os céus.
Um dia sem motivo aparente foi acusada de ser rei sem palácio, somente por dizer que haveria de derrubar o palácio terreno de homens truculentos, que na perspectiva de se verem sem seus cetros reais, propuseram-se em maldizer o Rei, acusando-O de maldizente e inoportuno. Caluniaram-No e O julgaram sem causa, foi tido como malfeitor e nisso, Trocaram-No por um malfeitor. Açoitaram-No, cuspiram-No, trucidaram-No, furaram-No com lança, por malvadeza apenas, desejaram saber de dele ainda saia algo que era digno de dizer: VIDA. A muitos quantos Ele havia abençoado com comida e prodígios, impuseram-Lhe passar em ser um desconhecido. Até um dos seus O negou, dizendo: - Não o conheço. Realmente, um rei sem realeza.
Mas aquela criança, ainda causa medo entre os homens. Pois aquela criança deseja mudar os homens. Aquela criança não está mais na estrebaria. Aquele menino não está mais no meio dos maiorais ensinando as leis. Aquele homem desejou estar num casamento, trazendo pela força do seu poder e autoridade, a abundância do melhor vinho. Também não está mais ali. Aquele homem trucidado, também não está mais na sua rude cruz. Ele foi posto num túmulo. Mas também não está mais na sepultura. Aquele homem, transformou-se, voltou a ocupar sua realeza e está assentado à direita do Seu Pai. Aquele homem que por motivos divinos soube viver entre nós homens, como Cristo que com missão chamou-se Jesus, O Filho de Deus que tiraria o pecado do mundo. ELE VIVE.
Sim, aquela mesma criança que havia transformado uma manjedoura no centro terreno de todo um reinado eterno pela aceitação do seu sangue na CRUZ, anos mais tarde.
Ele que pára as guerras entre os homens, nem que seja só por algumas horas, o faz pela força do que seu nome SIGNIFICA, deseja que todos se reencontrem com seu PAI.
Requer que os homens pensem o que tenha significado o seu nascimento, a sua vida, a sua morte, mas que creiam na sua ressurreição. ELE VIVE e quer ser entronizado como rei e Senhor, com toda sua MAJESTADO POR SER REI. AMÉM !.
Gálatas 3:26 Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus.
João 15.22 Se eu não viera, nem lhes houvera falado, pecado não teriam; mas, agora, não têm desculpa do seu pecado. Quem me odeia odeia também a meu Pai.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 20.12.2009
