ALCANÇADOS PELAS DROGAS ?
2ª Coríntios 4.8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
2ª Coríntios 4.3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto, nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
O flagelo do século tem chegado às nossas portas com tamanha força que as nações se posicionam ao combate como se participasse de uma guerra. Sim, uma guerra que acontece pelos becos, pelos escuros das ruas e praças em nossas cidades. Guerra contra o descaso, o abandono, da sobrevivência de alguns e da fortuna fácil de outros que para isto ocorrer escraviza o semelhante. A droga como meio momentâneo de fuga tem aprisionado sonhos e feito famílias mercê da sua própria sorte.Governos gastam milhões de dólares em toda a terra, procurando com suas forças a erradicação do mal chamado “droga”. Não se deve tratar droga somente à maconha, à cocaína, o craque, o haxixe, o LSD, o ecstasy e tantos outros alucinógenos de efeito retardado e de vício em ação imediata. Em alguns países algumas drogas são tidas como permissivas e em outras já há diferença, podendo ser até crime social o consumo de bebidas em público. O que não é caso do Brasil em que o álcool,agora, passou a ser encarado como danoso, mas ainda assim, é vendido livremente em mercados e em qualquer esquina, aí também o cigarro que até é incentivado o plantio como lavoura rentável. Num contra-senso entre algo necessário e algo prejudicial, permissivo, deixando de produzir a terra o alimento.
O que fazer quando somos atingidos na intenção de traficantes e comerciários? Um dia talvez, quantos de nós até participávamos destas coisas todas. Graças a Deus que nos fez cair as escamas e abandonamos aquelas práticas, tornando-nos ovelhas do seu pasto.
A Palavra de Deus fala que devemos não nos conformar com as coisas deste século, mas transformarmo-nos da mente para que possamos experimentar qual seja a boa e agradável vontade do Senhor.
Sabemos que não há pessoa que não tenha conhecimento de alguém envolvido com drogas e seus nefastos danos. Se não temos um parente, temos um vizinho, um amigo, um filho de um amigo, enfim, é o mal presente em forma de “artifício ilusório”. Algo que adentra em nossas casas, em nossas escolas, em nosso trabalho, em nossas diversões, e sem consideração, até nas nossas igrejas, causando aborrecimentos às famílias e seus membros. O tráfico é implacável à vida da pessoa envolvida com ele.
Em junho de 1998 o Brasil criou uma secretaria, atrelada à Presidência da República , e a casa militar, em que assinou tratado com outras Nações parceiras, se comprometendo em dez anos, erradicar em seu território com o uso, eliminando o flagelo representado pelas drogas. Não acabou, e aumentou consideravelmente daquele ano para cá o consumo, o tráfico, e o aparecimento de outras substâncias alucinógenas. Hoje, qualquer cidade tem seus usuários e o comércio destes produtos nefasto à vida. O que era até então, “privilégio” dos grandes centros, como Rio , São Paulo, Porto Alegre, Bahia, proliferou a todo o País, mudando o quadro para pior. A igreja neste contexto todo, busca fazer o seu papel de ensinar contra, apregoando valores, princípios de uma forma diferente à razão das pessoas, incutindo na mente dos seus ouvintes, algo, que o governo não consegue, afastando os seus jovens das práticas com a criminalidade. Entretanto, muita pouca coisa se tem procurado saber para poder orientar no meio evangélico. É até agora, tido como sem razão e até sem sentido, falar às pessoas crentes, que o problema de drogas não alcança as famílias que da fé participam. Ledo engano. Ou porque não dizer displicência. Segundo relatórios da ONU, estima-se que há no Brasil hoje, 870.000 drogados sem contar os usuários ocasionais. É muita gente se perdendo pelas ilusões passageiras. É necessário que envolvamos nossa juventude com algo sadio e produtivo, como as atividades esportivas, ações comunitárias, além da meditação às praticas religiosas, pois o jovem busca e precisa saber viver a vida não como um cabeça “oca”, mas como alguém que participa e vive numa sociedade. Não há como fugir disso, ou simplesmente seremos taxados de pessoas alheias ao mundo. E não
somos assim, vivemos no mundo, mas não podemos nos igualar ao mundo. É diferente,
e há a diferença. Podemos citar três frentes de atuação que a igreja pode se envolver, e estas podem ser base para as demais:
1)- A igreja deve estar envolvida como instrumento de orientação social e política, tanto individual como coletiva, fazendo com que o indivíduo que dela participe, entenda o processo, tanto da vida cristã como de ser um cidadão que é um orientador em potencial, eis que sendo chefe de família e filho da luz, tem a obrigação e o dever de orientar sua própria família, ou que sendo jovem, constituirá sua futura família.
2) - Investir seus recursos de conhecimentos para que os seus jovens e seus membros, venham desenvolver atitudes de transformação sociais, individuais, passando por primeiro em aceitar que indivíduos precisam de ajuda, para possam sobreviver no meio em que atuam. A igreja como instituição e as pessoas que dela fazem parte, não podem ser negligentes ao problema que as drogas têem causado à sociedade.
3) – Colaborando com a ação social e coercitiva do Estado, propiciando que as famílias envolvidas, cortem seus vínculos com este terrorismo, proclamando a dignidade e os direitos dos indivíduos como cidadãos que almejam mudanças de hábitos e costumes, considerando que toda mudança, tem que passar por alterações de costumes para adquirir novos hábitos.
Somos todos implicados em novas ações, e todas, passam pelo tão famoso IDE, ao transmitir novas posturas humanas estamos educando a pessoa a dar uma resposta contra o pecado, não só como doença como querem dizer alguns, mas contra toda prática que agrida o corpo que é feitura à imagem e semelhança do Criador. Fazendo assim com que as pessoas se aproximem de Deus e cumpram com seu papel de agentes transformadores da humanidade. O homem que desprezar a autoridade da Palavra de Deus é preza fácil de toda sorte de engano causador da desordem pública social.
Podemos pensar que o evangelho está avançando com dificuldades. Mas realmente, o que temos feito como instrumentos de transformações sociais? Ou só queremos transformar a Igreja, como se fossemos nós que a transformássemos? O que cabe a nós como candeeiros que devem propagar Luz à toda criatura? Sermos diferentes em nosso próprio meio? Não!
Cumpre a nós, pais e líderes, educadores, agentes de transformação, aceitarmos nossa responsabilidade com todo ser vivente sobre este planeta. Como povo de Deus, devemos erguer uma geração que tenha princípios na Palavra de Deus, objetivando mostrar o Reino de Deus como a Justa Justiça na esperança das nações.
Falar em mudança implica em saber onde está a causa do efeito, e considerar que possa estar naquele que aponta o erro ao acusado apontado, e não neste. É difícil constatar? É.
Muitos jovens são levados a pensar que é feio, é fora de moda ser diferente da turma, “ficar careta” e ser paranóico, se levar em conta o meio em que vivem e tem amizades.
Vergonhoso, é ver estes jovens, escondidos pelos escuros das ruas e cemitérios à se drogarem, sem que façamos nada contra sua auto-flagelação. Sim, drogar-se é como AUTO PUNIR-SE, mesmo que não tenham esta consciência, ou quem sabe, amanhecer bêbado em algum lugar sem saber o que se lhe passou na noite anterior. Devemos procurar orientar que se o indivíduo não consegue ficar sem tomar um copo de bebida por dia, esta pessoa está precisando de ajuda, pois aquele negócio de deixar aos poucos, não funciona sem que aja mudança de pensamento em que se tenha que mudar hábitos.
Há pouco material de fácil acesso ao assunto “drogas”. Poucas pessoas se interessam em saber mais sobre este problema. Geralmente o problema é do drogado e não se leva em conta a família deste. Dentro das igrejas o assunto quase que ou nada que, é abordado. E as drogas tem alcançado às suas portas. Falar em drogas fere em muito as convicções religiosas. A explanação sobre drogas é necessário como meio de instruir já que o governo com todas as suas forças e leis, não está conseguindo debelar a questão como deveria acontecer, e a Igreja aí, torna-se uma grande parceira, donde se propagará em que se O FILHO do homem vos libertar, verdadeiramente sereis livre; que também, estará atrelada no IDE e fazei discípulos em todas as nações, ENSINANDO-OS a guardar todas as coisas que vos tenho mandado.
Jesus esteve sempre preocupado com a remissão, salvação e orientação das pessoas. Que isto seja a nossa meta, caso sejamos seus seguidores e seus discípulos.
Valdir Carvalho – Cascavel - Pr 24.8.2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
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