UM ESTRANHO CALOR
Lucas 12:23 Porque a vida é mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as Vestes.
Um dia ouvi de alguém, do qual estimo muito, uma pregação onde escutei: MOSTRO-LHES um caminho por sobremodo excelente.
Neste dia de hoje, ao visitar um grande amigo e um grande guerreiro no mundo à Deus, constatei esse grande guerreiro, fragilizado e emocionalmente abalado por causa de enfermidade que lhe alcançou.
Pude observar uma pessoa carente do que o grande Apóstolo pregava e no diz que devemos procurar quando muito, pelo menos demonstrar à que busquemos: A EXCELÊNCIA do AMOR. O Vínculo da perfeição, O que verdadeiramente nos une como corpo.
Encontrei um ser humano cheio de histórias de um grande tempo, querendo uma mão amiga, um braço forte, onde pudesse encontrar razão humana de ter valido a pena tudo quanto sua frágil vida passou. Ser reconhecido como alguém que fez. E o que tenha feito os de agora possam dizer: PASSOU POR AQUI um grande homem de Deus.
Claro, sabemos que tudo quanto fizermos, se quisermos glórias terrenas, nos decepcionaremos, mas Deus, como Senhor da causa, nos dará infinita vezes mais em recompensa, pois somente a Ele daremos louvor. Mas se não reconhecermos que simplesmente somos temporais e que necessitamos sermos atendidos enquanto ainda estivermos aqui, nada adiantará após nossa partida, falarmos aos que ficarem, quão saudosa a pessoa que se vai, se torna.
Ah, sobre àquela pregação, na ocasião a reputei como uma PREGAÇÃO POR EXCELÊNCIA.
Mas ainda assim, temos algo em comum quando sofremos com os gemidos daqueles que nos pedem para interceder ao Nosso Senhor, Consumador da mesma fé que tanto o que sofre quanto aquele que faz visita tem. Graças a Ele que nos deu tamanha Virtude.
Entretanto, eis que a Igreja tem uma pregação, donde volta-se ao ser humano natural e espiritual, como sendo alguém que Deus chamou ao seu aprisco, e dessa pregação, temos ouvido que somos Filhos de Deus por adoção, e que Cristo é o Cabeça e que somos batizados num só Batismo. Que somos ligados por juntas e ligamentos, que cada um deve considerar o seu próximo como superior a si mesmo. Em que pese tudo isto, está o fato de juntos participarmos de um mesmo memorial, onde lembramos o sofrimento de Cristo, e agradecemos por encontrarmo-nos na mesma Aliança.
Agora vejamos: Que aliança temos realmente uns com os outros, se considerarmos que dela fazemos parte somente quando estamos sorrindo e temos saúde?
Ah sim, até agora não mencionei a pessoa que tento dar um enfoque aqui. Calma, logo saberemos de quem estamos falando.
Uma coisa entristece quando se constata o descaso, porque não dizer o desprezo, quando isto chega perto do DESRESPEITO pelo que tenha esta pessoa representado à inúmeras pessoas que ouvindo suas pregações, aceitaram a Cristo como Senhor delas e Salvador nosso. Nosso eu disse? Mas que pretensão esta minha. Ah se não fosse a mesma misericórdia que tanto uniu os do passado quanto os do presente. Eis que preciso pensar : Quem crerá em minha pregação no hoje, pelo meu testemunho de Graça, de amor, para que deixe o mau caminho e queira a Salvação no futuro?
Posso estar enganado, não devo falar de algo diferente daquilo que creio. Mas uma coisa me aborrece muito. É quando o que constato, difere da pregação que escuto. Então uma pergunta surge, como algo que instiga à rever meus conceitos religiosos e de cidadão que quer que os outros considerem o que proclamo ser VERDADEIRO, ser LEAL, ser SINCERO, e ser de BOA FAMA: -Qual, VERDADEIRAMENTE é meu comprometimento com o Reino de Deus e com sua Justiça, se eu tento ver a minha aplicação em ser justo ?
É de se pensar.
As fatalidades da vida são para os mais velhos? Adquirir tumores no cérebro é para os outros ? Ou será que nos imaginamos insubstituíveis e eternos que não nos damos conta que mesmo com nossa TODA JUVENTUDE, ainda assim, precisaríamos de seis pessoas para segurar as seis alças do nosso caixão quando formos? Nunca observei algo diferente disso. Naquele momento, parece-me todos como estranhos em suas mentes e em seus lapsos de recordações. Ali realmente percebemos as considerações.
Menciono pois; um desbravador, e a todo desbravador, ao passarem-se seus anos, seus feitos ficam nas fotografias e em breves relatos de sua biografia.
Quem sabe isto aqui ficará na biografia deste grande homem, que lutou, esforçou, foi de atrás, almejou, sonhou sonhar em um dia ver uma igreja cheia, fervorosa, comprometida, destemida como ele o era. Graças a Deus que tudo isto ele em vida ainda consegue ver o resultado de sua dedicação. Mas entristece-o muito, e não somente ele, como também sua abnegada companheira, aquela que abriu mão de muitas coisas de sua vida, para alavancar um chamado que nem seu era, mas sim, do seu jovem esposo, a que a história de Deus fosse por períodos, escrita sobre esta terra, pela vida desprendida daquele que caminhava as vezes a pé ou de bicicleta e quantas outras, em lombo de cavalo, pelos sertões onde houvesse uma alma carente da Palavra do Seu Senhor. Sim, Seu Senhor, até que aquela pessoa recebesse de bom grado a mensagem que se adentrava às terras da região, onde as fazendas eram repletas de bandoleiros de então.
Hoje, vejo uma pessoa esquecida, sim, esquecida, pois já fazem 5 (cinco) meses que nenhum SERVO, o faz visita, segundo relatos, nem um simples telefonema é feito. Nem para saber, nem para ofertar ajuda. Estranho isto não acha?
Será que nos julgamos SUPER ESPIRITUAIS que os relacionamentos HUMANOS deixam de existir? Mais estranho ainda, pois de tudo quanto temos ouvido: O AMOR DE DEUS NOS UNE. Me faz perceber que este “amor” que desejo que os outros recebam, esteja me afastando dos meus semelhantes aos quais devo esforçar-me em demonstrar que é fruto de Um Amor Maior.
Como crerá na pregação, aquele filho, daquele que enfoco aqui, se na demonstração de UNIDADE, me distancio mesmo que por um simples apertar de umas teclas numéricas de um telefone qualquer?
Aí a lamentação como homem de bem, que proclamou ARREPENDIMENTO, que proclamou justiça, que procurar ofertar SALVAÇÃO, e que deixou seu recado dentro do seu chamado, assim como o seu precursor dizia ter percebido UM CORAÇÃO ESTRANHAMENTE AQUECIDO por algo. Sabemos do que aquele coração foi aquecido: UM GRANDE AMOR às almas. Assim igual, O Senhor teve por todo mundo.
Este homem que carece DA VOSSA compreensão humana, está clamando por algo que só partirá daquele que ler este texto: AMOR ao que padece.
Sei que o sorriso pode ser percebido pelo mostrar dos seus dentes, mas a tristeza está latejante em seu peito e na sua alma.
Que pude fazer eu por ele? Te enviar isto aqui. Ele estima muito o seu povo, e deseja um abraço de cordialidade humana, como também uma oração de uma pessoa cristã e que tenha um coração ESTRANHAMENTE AQUECIDO.
O Mui Digníssimo Pastor J. e sua Esposa, me fizeram ver algo além do que estranhamente nossas palavras possam ecoar pelos muitos púlpitos onde dele tentamos difundir nossas convicções aos nossos irmãos.
De lá daquele púlpito, possa eu observar minhas ações na compreensão das palavras que instiguei que ouvissem aqui fora, donde dizia o grande pregador: MINHA PARÓQUIA É O MUNDO.
Diz o Apóstolo compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 07.6.2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
A REPRESENTATIVIDADE DA CEIA
A REPRESENTATIVIDADE DA CEIA
Lucas 22.15 à 19 disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta Páscoa, antes que padeça, porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no Reino de Deus. E, tomando o cálice e havendo dado graças, disse: Tomai-o e reparti-o entre vós, porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o Reino de Deus. E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim.
Poderia aquele que não gosta de participar das duas horas de cultos, sentir-se bem pela eternidade nos céus sem que pudesse constranger-se na terra de assim o fazer?
Qual o entendimento real da participação da ceia do NOSSO SENHOR se não conseguimos compreender que o que nos conta verdadeiramente é a participação das coisas celestes que ainda estão por acontecer em relação a nossa propositura de vida espiritual?
A Ceia é Memorial ou Ordenança?Entendemos que participamos da Ceia como um memorial dos feitos praticados por Cristo naqueles dias em que aconteceram o tormento das incertezas dos seus discípulos. Quando Jesus divulga que desejou muito participar com eles aquele momento, para que entendessem o que estaria por lhe acontecer.
Desta forma, deixou-lhes uma ordem até que Ele retornasse. O que nos chama a atenção.Sendo ordenança e tendo o povo REMIDO pactuado o compromisso dele participar, diz-se mister o fazê-lo com a consciência. Isto é, de mente e espírito centrado no ato em si, não com intuito de participar apenas do ritual. Note-se a isto, as reuniões de culto no dia onde se é ministrado a Santa Ceia, onde percebe-se que muitos aparecem à igreja naquele dia, objetivando participarem do ato sagrado. Fácil constatação, a falta de estacionamento em frente às igrejas no dia da ceia. Lota-se a nave do templo.Sendo pois ORDENANÇA de um memorial à Cristo, a ceia não é de particular domínio, como se tem percebido, quando aquele que coordena diz que ela deva ser ministrada às pessoas MEMBRAS da Igreja, desprezando a ação da SUBSTITUIÇÃO à toda igreja invisível como corpo de Cristo, onde Ele é o cabeça do seu Reino aqui na terra. E donde se crê para salvação de todos os que PROFESSAM o Seu nome como Único nome para salvação. Como pode então se dizer que a ceia é particular à denominação, se em Lucas, Coríntios, João, diz respeito aos que crêem e até que Ele venha?Ali fala que o homem deva se examinar a si mesmo. Quem discerne, deve saber se está em paz consigo mesmo e com Seu Senhor. Ato público de interesse individual. Foi e é, o feito de Cristo em morrer na cruz, derramando sangue e doando-se em sacrifício à toda a humanidade. Trucidado na carne, pregado por escândalo, esbofeteado em seu espírito, escorraçado no profundo da sua alma, ainda assim, clama ao Pai que perdoe os seus malfeitores. Será pois ofertado somente à uma denominação na Grande Ceia nos céus, ou somente a um povo escolhido, conforme a revelação ao Apóstolo João, constante no livro de Apocalipse? Absolutamente não. Eis que se assim o fosse, teria Deus, somente alguns escolhidos. Ou seria a ceia somente para aqueles dos quadros de remidos desta ou daquela denominação espiritual? A Palavra de Deus menciona que fomos todos batizados num só Espírito, num só batismo, enxertados num só corpo, implantados numa só videira, onde o cabeça ainda é Cristo.Então sendo ORDENANÇA e em que cada um deva examinar-se, o conceito de algumas instituições religiosas, está avesso às escrituras.A “consubstanciação” é coisa relacionada à crença em que o que dela participa, deva aperceber-se em discernir bem as coisas espirituais como à espirituais. Cremos que o Senhor que nos ministra, Jesus, participa diretamente através da ação do Espírito Santo, quanto nos estimula a relembramos por fé, e faz-nos assim, aceitar que tudo quanto foi vivenciado pelos seus discípulos, foi verdadeiro e fiel às sagradas escrituras. Não teríamos Deus por mentiroso se assim não entendêssemos? Isto inclusive, é mencionado em 1 João 5:10 Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho.Perguntando à uma pessoa não evangélica o que ela entendia com “Santa”Ceia, coube a mim ouvir, que a ceia para ela é um ato de amor de Jesus às pessoas. Perguntei-lhe novamente: Pode uma pessoa participar sem discernir o que significa participar de um momento de algo que é SANTO? Ela não me soube dizer.Por que?Sabemos que quem tem a mente de Cristo discerne bem todas as coisas, mas quem não tem, não consegue perceber estas coisas.Dei-lhe como exemplo: Se alguém que vive em pecado de adultério ou fornicação, participa da SANTA CEIA, estaria trazendo bem espiritual à si mesmo? Mencionei-lhe que segundo a Palavra de Deus, esta pessoa estaria trazendo condenação sobre siNosso conceito é diferente do conceito do incrédulo, onde ele crê que comendo do pão está participando diretamente da carne de Cristo, que é o caso da “transubstanciação”, fazendo-se assim “mais santo”.De qualquer forma, importa a nós, que o nosso nome esteja no livro da vida. Participar da ceia como que para se sentir MAIS SANTO, não faz de ninguém menos pecador, mas sim, faz-nos mais apercebidos e vigilantes no que O MEMORIAL NOS ESTIMULA a praticarmos. Anunciando assim, a CRUCIFICAÇÃO, a MORTE e a RESSURREIÇAO de Cristo até que Ele Venha buscar sua noiva AMADA, onde todos os que crêem em seu nome, CREÊM para salvação de suas vidas da condenação eterna.Quisera pudéssemos participar todo dia do Corpo e do Sangue de Cristo, como se assim por isto, estivéssemos cônscios que não poderíamos errar. Mas Deus nos dá a possibilidade de errarmos, sabendo que se incorrermos em nossos delitos, ainda assim há um fiel advogado junto a Ele. Por isso participamos de mês a mês deste tão grandioso MEMORIAL. Deus dá-nos liberdade de vida, e nos recomenda andarmos segundo os seus mandamentos, para que por eles obtendo conhecimento, possamos progredir em nossa jornada.
Assim cremos e assim temos falado. Deus nos fortaleza a cada dia mais. Amém !
Valdir Carvalho - Cascavel- PR - 15.5.2009
Lucas 22.15 à 19 disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta Páscoa, antes que padeça, porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no Reino de Deus. E, tomando o cálice e havendo dado graças, disse: Tomai-o e reparti-o entre vós, porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o Reino de Deus. E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim.
Poderia aquele que não gosta de participar das duas horas de cultos, sentir-se bem pela eternidade nos céus sem que pudesse constranger-se na terra de assim o fazer?
Qual o entendimento real da participação da ceia do NOSSO SENHOR se não conseguimos compreender que o que nos conta verdadeiramente é a participação das coisas celestes que ainda estão por acontecer em relação a nossa propositura de vida espiritual?
A Ceia é Memorial ou Ordenança?Entendemos que participamos da Ceia como um memorial dos feitos praticados por Cristo naqueles dias em que aconteceram o tormento das incertezas dos seus discípulos. Quando Jesus divulga que desejou muito participar com eles aquele momento, para que entendessem o que estaria por lhe acontecer.
Desta forma, deixou-lhes uma ordem até que Ele retornasse. O que nos chama a atenção.Sendo ordenança e tendo o povo REMIDO pactuado o compromisso dele participar, diz-se mister o fazê-lo com a consciência. Isto é, de mente e espírito centrado no ato em si, não com intuito de participar apenas do ritual. Note-se a isto, as reuniões de culto no dia onde se é ministrado a Santa Ceia, onde percebe-se que muitos aparecem à igreja naquele dia, objetivando participarem do ato sagrado. Fácil constatação, a falta de estacionamento em frente às igrejas no dia da ceia. Lota-se a nave do templo.Sendo pois ORDENANÇA de um memorial à Cristo, a ceia não é de particular domínio, como se tem percebido, quando aquele que coordena diz que ela deva ser ministrada às pessoas MEMBRAS da Igreja, desprezando a ação da SUBSTITUIÇÃO à toda igreja invisível como corpo de Cristo, onde Ele é o cabeça do seu Reino aqui na terra. E donde se crê para salvação de todos os que PROFESSAM o Seu nome como Único nome para salvação. Como pode então se dizer que a ceia é particular à denominação, se em Lucas, Coríntios, João, diz respeito aos que crêem e até que Ele venha?Ali fala que o homem deva se examinar a si mesmo. Quem discerne, deve saber se está em paz consigo mesmo e com Seu Senhor. Ato público de interesse individual. Foi e é, o feito de Cristo em morrer na cruz, derramando sangue e doando-se em sacrifício à toda a humanidade. Trucidado na carne, pregado por escândalo, esbofeteado em seu espírito, escorraçado no profundo da sua alma, ainda assim, clama ao Pai que perdoe os seus malfeitores. Será pois ofertado somente à uma denominação na Grande Ceia nos céus, ou somente a um povo escolhido, conforme a revelação ao Apóstolo João, constante no livro de Apocalipse? Absolutamente não. Eis que se assim o fosse, teria Deus, somente alguns escolhidos. Ou seria a ceia somente para aqueles dos quadros de remidos desta ou daquela denominação espiritual? A Palavra de Deus menciona que fomos todos batizados num só Espírito, num só batismo, enxertados num só corpo, implantados numa só videira, onde o cabeça ainda é Cristo.Então sendo ORDENANÇA e em que cada um deva examinar-se, o conceito de algumas instituições religiosas, está avesso às escrituras.A “consubstanciação” é coisa relacionada à crença em que o que dela participa, deva aperceber-se em discernir bem as coisas espirituais como à espirituais. Cremos que o Senhor que nos ministra, Jesus, participa diretamente através da ação do Espírito Santo, quanto nos estimula a relembramos por fé, e faz-nos assim, aceitar que tudo quanto foi vivenciado pelos seus discípulos, foi verdadeiro e fiel às sagradas escrituras. Não teríamos Deus por mentiroso se assim não entendêssemos? Isto inclusive, é mencionado em 1 João 5:10 Aquele que crê no Filho de Deus tem, em si, o testemunho. Aquele que não dá crédito a Deus o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus dá acerca do seu Filho.Perguntando à uma pessoa não evangélica o que ela entendia com “Santa”Ceia, coube a mim ouvir, que a ceia para ela é um ato de amor de Jesus às pessoas. Perguntei-lhe novamente: Pode uma pessoa participar sem discernir o que significa participar de um momento de algo que é SANTO? Ela não me soube dizer.Por que?Sabemos que quem tem a mente de Cristo discerne bem todas as coisas, mas quem não tem, não consegue perceber estas coisas.Dei-lhe como exemplo: Se alguém que vive em pecado de adultério ou fornicação, participa da SANTA CEIA, estaria trazendo bem espiritual à si mesmo? Mencionei-lhe que segundo a Palavra de Deus, esta pessoa estaria trazendo condenação sobre siNosso conceito é diferente do conceito do incrédulo, onde ele crê que comendo do pão está participando diretamente da carne de Cristo, que é o caso da “transubstanciação”, fazendo-se assim “mais santo”.De qualquer forma, importa a nós, que o nosso nome esteja no livro da vida. Participar da ceia como que para se sentir MAIS SANTO, não faz de ninguém menos pecador, mas sim, faz-nos mais apercebidos e vigilantes no que O MEMORIAL NOS ESTIMULA a praticarmos. Anunciando assim, a CRUCIFICAÇÃO, a MORTE e a RESSURREIÇAO de Cristo até que Ele Venha buscar sua noiva AMADA, onde todos os que crêem em seu nome, CREÊM para salvação de suas vidas da condenação eterna.Quisera pudéssemos participar todo dia do Corpo e do Sangue de Cristo, como se assim por isto, estivéssemos cônscios que não poderíamos errar. Mas Deus nos dá a possibilidade de errarmos, sabendo que se incorrermos em nossos delitos, ainda assim há um fiel advogado junto a Ele. Por isso participamos de mês a mês deste tão grandioso MEMORIAL. Deus dá-nos liberdade de vida, e nos recomenda andarmos segundo os seus mandamentos, para que por eles obtendo conhecimento, possamos progredir em nossa jornada.
Assim cremos e assim temos falado. Deus nos fortaleza a cada dia mais. Amém !
Valdir Carvalho - Cascavel- PR - 15.5.2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
UMA IGREJA QUE DEVE FICAR NO PASSADO
Os PROBLEMAS DOS IRMÃOS DA IGREJA DE CORINTO apenas?
Galatas 2.17 à 2017 Mas se, procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores, dar-se-á o caso de ser Cristo ministro do pecado? Certo que não!
Um dos grandes problemas que as igrejas incorrem ainda em nosso tempo, diz respeito a opulência individual entre seus participantes. Interessante notar que isto advêm de épocas remotas, onde a maioria dos participantes do corpo de Cristo, consideram-se mais santificados que outros. Uns por falar que lêem mais a Palavra, outros por orar mais, outros por cantar melhor, alguns por achar que são levitas deste tempo, outros pela oferta que dão, alguns pela quantidade de vezes que vão à igreja e nisso tudo, esquecem-se de onde vieram e porque estão, Deus não faz acepção de pessoas, nem tem preferidos.
Onde está a igreja de Corinto nos dias atuais?
Os irmãos da igreja de Corinto, se alvoroçavam em dizer-se melhores que os demais dado a sua pujança, e nisso, faziam-se uns melhores que outros. Os que detinham melhores posições menosprezavam os que eram de poucas posses ou portadores de dons que Deus os agraciara.
Isto levou o povo que dela fazia parte, a desconsiderarem o amor fraternal, O VÍNCULO na perfeição, a unidade com O cabeça, distanciavam-se do amor recíproco, da mesma esperança e faziam-se sobremodo uma unidade contendiosa, em que o direito individual era tido como propriedade alheia, dado à esta falta de união, seus participantes eram levados a se contenderem em litígios em tribunais. A equidade deixara de ter razão, era cada um por si e se Deus quisesse, seria por todos. Mas o direito individual tinha que ser observado custasse o que custasse. A lei do talhão “olho por olho e dente por dente” imperava. O lado espiritual não existia, só o lado carnal. Dado a isto, precisou o Apóstolo Paulo, escrever-lhes dando orientações espirituais.
Uma igreja de muitos dons, mais de pouca sabedoria nos Fruto do Espírito. E isto levada aquela igreja à contendas, inclusive, quando partiam o pão. Nem nisso os mais fracos e menos percebidos eram considerados. Quem podia mais chorava menos.
Deus nunca precisou de homens para demonstrar que ele é Deus. Mas Deus conta ainda hoje com os homens para que estes homens digam quem Ele é. Que divulguem quem é Deus e o que ele deseja de cada um.
Se Deus não contasse com cada um de nós, teria deixado os anjos virem proclamar o Evangelho do arrependimento (1ª Pedro 1.12). Vejamos que como encarregados de anunciar as Boas Notícias, não sejamos encontrados como sendo a própria notícia. Devemos ser servos e servo é para servir e não ser servido. Não sejamos como aquela igreja em que seus maiorais gostavam de se servirem da boa fé dos menos agraciados. Procuremos ter a preocupação que se não fosse a misericórdia do Senhor, nem igreja haveria para estarmos nela.
Que mérito há se cada um se julgar melhor? Nenhum, e, estaremos ganhando os nossos galardões já aqui. O que esperamos é sermos galardoados nos céus. Este sim é o galardão que as coisas daqui não corróem
Se as minhas ações podem atrapalhar a jornada do meu irmão, que tipo de religioso sou que não suporto ser afrontado? Que fruto há que não consigo perceber como devo agir? Tenho procurado realmente ser como Cristo deseja, ou quero que o evangelho seja como eu penso e determino? Sabemos que na Bíblia está escrito muitas determinações, orientações, indagações e preceitos para que a nossa jornada seja tida como proveitosa. Infelizmente, poucos se dispõem à realmente viver o que lêem ou pregam. Fácil é pregar para os outros, quão distante é viver o que se prega ou o que se escuta como conveniente.
Aquela passagem que em Gálatas 2.20 não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim, deve ser observada com mais cuidado se realmente desejamos nos despir do velho homem. Sem que o velho homem traga saudade ao novo homem, que busca caminhar em novidade de vida perante Deus e perante os homens.
Título eclesiástico e posição em ministério, não podem fazer com que a minha compreensão eu esteja em melhor condições perante Deus ou ser mais privilegiado que os demais. Todos estão lutando num mesmo ideal, desde o maior ao menor, e, está sujeito aquele que pensa ser o melhor, ser deixado para trás. Cada um pense sobre esta questão. Os dons de Deus que cada um é portador, não faz ninguém melhor ou mais santo. As qualidades demonstradas pelos Fruto do Espírito Santo sim.
Houve necessidade de Paulo repreender a igreja de Corinto. Assim como Jesus repreendeu as 7 Igrejas da Ásia. A causa da divisão estava centrada no enfraquecimento espiritual da Igreja. Acusações de um para com o outro. As discórdias pessoais levam à contendas e estas naquela época eram tratadas por alguém fora da fé e do corpo. Ninguém queria perder nada. Coisas genéricas eram levadas aos tribunais e estas demandas eram trazidas para dentro da igreja. Razão de haver uma igreja fora dos planos do seu Senhor. Felizmente esta igreja ficou nos dias de Paulo, ela não existe nos dias de hoje. Será?
Sabemos que muitas igrejas estão mais preocupadas com seus sistemas de governos do que com sua verdadeira missão, que é PROCLAMAR COM SEU TESTEMUNHO a grande DOUTRINA DE JESUS: AMOR ao PRÓXIMO, sem que isto seja somente demonstração de emocionalismo. Avivamentos têm acontecido, mas a orientação doutrinária precisa ser difundida, para que não só haja uma igreja com os dons, mas seja encontrada cheia da maturidade dos FRUTOS ESPIRITUAIS, onde cada um suporte o outro em amor, no vínculo da perfeição que nos une DENTRO DA UNIDADE DO CORPO DE CRISTO.
Valdir Carvalho – Cascavel- 06.5.2009 – Cascavel-Pr
Galatas 2.17 à 2017 Mas se, procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores, dar-se-á o caso de ser Cristo ministro do pecado? Certo que não!
Um dos grandes problemas que as igrejas incorrem ainda em nosso tempo, diz respeito a opulência individual entre seus participantes. Interessante notar que isto advêm de épocas remotas, onde a maioria dos participantes do corpo de Cristo, consideram-se mais santificados que outros. Uns por falar que lêem mais a Palavra, outros por orar mais, outros por cantar melhor, alguns por achar que são levitas deste tempo, outros pela oferta que dão, alguns pela quantidade de vezes que vão à igreja e nisso tudo, esquecem-se de onde vieram e porque estão, Deus não faz acepção de pessoas, nem tem preferidos.
Onde está a igreja de Corinto nos dias atuais?
Os irmãos da igreja de Corinto, se alvoroçavam em dizer-se melhores que os demais dado a sua pujança, e nisso, faziam-se uns melhores que outros. Os que detinham melhores posições menosprezavam os que eram de poucas posses ou portadores de dons que Deus os agraciara.
Isto levou o povo que dela fazia parte, a desconsiderarem o amor fraternal, O VÍNCULO na perfeição, a unidade com O cabeça, distanciavam-se do amor recíproco, da mesma esperança e faziam-se sobremodo uma unidade contendiosa, em que o direito individual era tido como propriedade alheia, dado à esta falta de união, seus participantes eram levados a se contenderem em litígios em tribunais. A equidade deixara de ter razão, era cada um por si e se Deus quisesse, seria por todos. Mas o direito individual tinha que ser observado custasse o que custasse. A lei do talhão “olho por olho e dente por dente” imperava. O lado espiritual não existia, só o lado carnal. Dado a isto, precisou o Apóstolo Paulo, escrever-lhes dando orientações espirituais.
Uma igreja de muitos dons, mais de pouca sabedoria nos Fruto do Espírito. E isto levada aquela igreja à contendas, inclusive, quando partiam o pão. Nem nisso os mais fracos e menos percebidos eram considerados. Quem podia mais chorava menos.
Deus nunca precisou de homens para demonstrar que ele é Deus. Mas Deus conta ainda hoje com os homens para que estes homens digam quem Ele é. Que divulguem quem é Deus e o que ele deseja de cada um.
Se Deus não contasse com cada um de nós, teria deixado os anjos virem proclamar o Evangelho do arrependimento (1ª Pedro 1.12). Vejamos que como encarregados de anunciar as Boas Notícias, não sejamos encontrados como sendo a própria notícia. Devemos ser servos e servo é para servir e não ser servido. Não sejamos como aquela igreja em que seus maiorais gostavam de se servirem da boa fé dos menos agraciados. Procuremos ter a preocupação que se não fosse a misericórdia do Senhor, nem igreja haveria para estarmos nela.
Que mérito há se cada um se julgar melhor? Nenhum, e, estaremos ganhando os nossos galardões já aqui. O que esperamos é sermos galardoados nos céus. Este sim é o galardão que as coisas daqui não corróem
Se as minhas ações podem atrapalhar a jornada do meu irmão, que tipo de religioso sou que não suporto ser afrontado? Que fruto há que não consigo perceber como devo agir? Tenho procurado realmente ser como Cristo deseja, ou quero que o evangelho seja como eu penso e determino? Sabemos que na Bíblia está escrito muitas determinações, orientações, indagações e preceitos para que a nossa jornada seja tida como proveitosa. Infelizmente, poucos se dispõem à realmente viver o que lêem ou pregam. Fácil é pregar para os outros, quão distante é viver o que se prega ou o que se escuta como conveniente.
Aquela passagem que em Gálatas 2.20 não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim, deve ser observada com mais cuidado se realmente desejamos nos despir do velho homem. Sem que o velho homem traga saudade ao novo homem, que busca caminhar em novidade de vida perante Deus e perante os homens.
Título eclesiástico e posição em ministério, não podem fazer com que a minha compreensão eu esteja em melhor condições perante Deus ou ser mais privilegiado que os demais. Todos estão lutando num mesmo ideal, desde o maior ao menor, e, está sujeito aquele que pensa ser o melhor, ser deixado para trás. Cada um pense sobre esta questão. Os dons de Deus que cada um é portador, não faz ninguém melhor ou mais santo. As qualidades demonstradas pelos Fruto do Espírito Santo sim.
Houve necessidade de Paulo repreender a igreja de Corinto. Assim como Jesus repreendeu as 7 Igrejas da Ásia. A causa da divisão estava centrada no enfraquecimento espiritual da Igreja. Acusações de um para com o outro. As discórdias pessoais levam à contendas e estas naquela época eram tratadas por alguém fora da fé e do corpo. Ninguém queria perder nada. Coisas genéricas eram levadas aos tribunais e estas demandas eram trazidas para dentro da igreja. Razão de haver uma igreja fora dos planos do seu Senhor. Felizmente esta igreja ficou nos dias de Paulo, ela não existe nos dias de hoje. Será?
Sabemos que muitas igrejas estão mais preocupadas com seus sistemas de governos do que com sua verdadeira missão, que é PROCLAMAR COM SEU TESTEMUNHO a grande DOUTRINA DE JESUS: AMOR ao PRÓXIMO, sem que isto seja somente demonstração de emocionalismo. Avivamentos têm acontecido, mas a orientação doutrinária precisa ser difundida, para que não só haja uma igreja com os dons, mas seja encontrada cheia da maturidade dos FRUTOS ESPIRITUAIS, onde cada um suporte o outro em amor, no vínculo da perfeição que nos une DENTRO DA UNIDADE DO CORPO DE CRISTO.
Valdir Carvalho – Cascavel- 06.5.2009 – Cascavel-Pr
domingo, 12 de abril de 2009
MENTE TERRENA E MENTE ESPIRITUAL
MENTE TERRENA E MENTE ESPIRITUAL
ROMANOS 10.1 À 8.... Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento. Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus.
I - Só faz falar assim quem tem o Espírito santo em seu coração, quem é guiado pelo sua direção. Só se fala de Cristo quem tem sua atuação.
O poder de Deus que convence os homens dos seus maus caminhos.
Os homens de Corinto dado ao seu poder econômico e manipulador, sobre 2/3 de outros homens escravos, numa cidade de aproximadamente 600.000 habitantes- homens da época, determinavam costumes e manipulavam atitudes.
A prostituição, o culto à idolatria, as orgias, os afeminados, todos já estavam presentes naquela época. E estas atitudes atingiram a igreja, precisando o Apóstolo Paulo escrever cartas de disciplina da fé aos homens “cristãos” da época, repudiando os envolvimentos e a corrupção do evangelho. Ainda que alguns mestres PROTELASSEM tais fatos, dizendo não haver problemas, eis que alguns eram seguidores de Paulo, outros de Apolo, outros de Pedro e outros de Cristo. A mentira e as contendas permeavam o alicerce da igreja, levando seus envolvidos às barras dos tribunais. Desprezando assim o amor e a piedade às coisas de Deus na vida da Igreja. Algo diferente de hoje no tocante ao respeito mútuo ou o juízo entre seus participantes, como se a Obra de Deus na vidas dos seus chamados fosse de exclusividade de alguns?
Paulo buscava nas palavras, pois era extremamente culto, tanto na palavra da Lei quanto nas letras dos romanos, conclamava os seus contemporâneos que aceitassem sua pregação como Poder de Deus em sua vida para salvação das almas dos seus ouvintes.
Toda nossa redenção deve ser centrada na cruz de Cristo, títulos, diplomas, riqueza, poder, ostentação terrena, não causa salvação, a Cruz sim, é dela e por ela a nossa fé.
INTERESSANTE que busquemos saber sobre o que significa Justiça de Deus e salvação de Deus:
-. A Justiça de Deus é a nossa posição diante de Deus.
-.A Salvação é a nossa demonstração de santidade perante Deus, nossa vida interior, que não depende somente da crença no coração, mas que requer a confiança do qual o sacrifício de Jesus produz em requer novas atitudes daqueles que carregam a sua cruz, como se fosse o próprio Cristo, em seus corações. Exteriormente posso falar ser cristão, mas internamente tenho meu próprio conceito da obra redentora e de capacitação em ser cristão. Daí posso pelo meu conceito de muito saber, menosprezar o poder de Deus na vida dos demais que como eu carregam a Cruz.
Eis que a justiça de Deus é objetiva, e a Salvação é subjetiva, pois requer quebra de conceitos, requer quebra da intolerância, requer quebra do orgulho e principalmente requer contrição, a fonte de Deus em aceitar nossa salvação que é pelo seu grande amor a todos, razão de Deus ter enviado seu filho para morrer pela humanidade, não somente por mim e você, mas todos.
A fé é despertada na contrição do entendimento que Cristo é o Senhor da palavra, que ele nos salva, único caminho, por mais que se queira dizer conhecedor, se Cristo não for o centro da mensagem, nada tem valor, pois nada causa nada.
II-.Os experimentados na fé, são aqueles que se tornando adultos espiritualmente precisam de algo sólido, inclusive, porque de muito ouvirem da pregação, a fé ocasionada, poderá despertar entendimentos paralelos às Escrituras, distorcendo a verdadeira vocação das Sagradas Escrituras. Não havendo nova revelação, procuram algo novo que não advêm da Palavra, mas a Palavra pode levar a interpretações alheias a Vontade do Senhor, razão de surgirem falsas doutrinas e igrejas que pregam suas heresias como se elas fossem fruto da própria Palavra. Pregam pelos seus próprios entendimentos, ocasião de surgir outros evangelhos complementares às Escrituras
Os olhos e ouvidos humanos não entendem as coisas de Deus, se não estiverem espiritualmente ligados a Deus. Se estiverem ligados nas possessões terrenas, como literaturas, diplomas, ou meramente leitores da Bíblia, sem se aprofundarem, nos seus conteúdos, não entenderão as Palavras que testificam da fonte de Deus, isto é, o esclarecimento de quem é Deus para os homens. A mente natural não consegue compreender ou aceitar a ação de Deus à humanidade.
Os que conhecem a Cristo não devem se contentar com os meros rudimentos do evangelho, mas seguir avante em conhecer as coisas mais profundas que escapam aos que são apenas inteligentes, eis que estas coisas são reveladas aos que são realmente bons, e tem coração sincero perante Deus, pois pelas palavras Deus esclarece seus mistérios. E ali pelos frutos, Deus demonstra aos homens quem verdadeiramente O tem por Senhor e Salvador, não somente o Deus distante que só contempla.
Os dois tipos de homens acima, tanto o natural quanto o espiritual, exercitam em conhecer ao Senhor, um procurando a salvação e os seus mistérios (o espiritual), outro desejando sondar os pensamentos de Deus para saber se Ele é real (o natural), para se possível contestar sua existência, obra e desejo, pois tem em seu intelecto, a consciência que há o Criador mas sua mente comum não deseja ter este Criador como Senhor. Precisando pois; que passe pela Cruz e aceite o penhor do Perdão que dela provem.
Jesus um dia falou: QUE os homens deveriam, negar-se a si mesmo. Tomar a Cruz, quer dizer recebe-la, suporta-la e além disso, deixar Ele ceiar com aqueles que desejem carregar suas próprias cruzes. Ele está à porta, quem verdadeiramente abrirá o coração para Ele entrar? Os mansos, pois este herdarão a Terra.
CONCLUSÃO: Romanos 8.12 à 14: Assim, pois, irmãos, somos devedores, não à carne como se constrangidos a viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 11.4.2009
ROMANOS 10.1 À 8.... Porque lhes dou testemunho de que eles têm zelo por Deus, porém não com entendimento. Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus.
I - Só faz falar assim quem tem o Espírito santo em seu coração, quem é guiado pelo sua direção. Só se fala de Cristo quem tem sua atuação.
O poder de Deus que convence os homens dos seus maus caminhos.
Os homens de Corinto dado ao seu poder econômico e manipulador, sobre 2/3 de outros homens escravos, numa cidade de aproximadamente 600.000 habitantes- homens da época, determinavam costumes e manipulavam atitudes.
A prostituição, o culto à idolatria, as orgias, os afeminados, todos já estavam presentes naquela época. E estas atitudes atingiram a igreja, precisando o Apóstolo Paulo escrever cartas de disciplina da fé aos homens “cristãos” da época, repudiando os envolvimentos e a corrupção do evangelho. Ainda que alguns mestres PROTELASSEM tais fatos, dizendo não haver problemas, eis que alguns eram seguidores de Paulo, outros de Apolo, outros de Pedro e outros de Cristo. A mentira e as contendas permeavam o alicerce da igreja, levando seus envolvidos às barras dos tribunais. Desprezando assim o amor e a piedade às coisas de Deus na vida da Igreja. Algo diferente de hoje no tocante ao respeito mútuo ou o juízo entre seus participantes, como se a Obra de Deus na vidas dos seus chamados fosse de exclusividade de alguns?
Paulo buscava nas palavras, pois era extremamente culto, tanto na palavra da Lei quanto nas letras dos romanos, conclamava os seus contemporâneos que aceitassem sua pregação como Poder de Deus em sua vida para salvação das almas dos seus ouvintes.
Toda nossa redenção deve ser centrada na cruz de Cristo, títulos, diplomas, riqueza, poder, ostentação terrena, não causa salvação, a Cruz sim, é dela e por ela a nossa fé.
INTERESSANTE que busquemos saber sobre o que significa Justiça de Deus e salvação de Deus:
-. A Justiça de Deus é a nossa posição diante de Deus.
-.A Salvação é a nossa demonstração de santidade perante Deus, nossa vida interior, que não depende somente da crença no coração, mas que requer a confiança do qual o sacrifício de Jesus produz em requer novas atitudes daqueles que carregam a sua cruz, como se fosse o próprio Cristo, em seus corações. Exteriormente posso falar ser cristão, mas internamente tenho meu próprio conceito da obra redentora e de capacitação em ser cristão. Daí posso pelo meu conceito de muito saber, menosprezar o poder de Deus na vida dos demais que como eu carregam a Cruz.
Eis que a justiça de Deus é objetiva, e a Salvação é subjetiva, pois requer quebra de conceitos, requer quebra da intolerância, requer quebra do orgulho e principalmente requer contrição, a fonte de Deus em aceitar nossa salvação que é pelo seu grande amor a todos, razão de Deus ter enviado seu filho para morrer pela humanidade, não somente por mim e você, mas todos.
A fé é despertada na contrição do entendimento que Cristo é o Senhor da palavra, que ele nos salva, único caminho, por mais que se queira dizer conhecedor, se Cristo não for o centro da mensagem, nada tem valor, pois nada causa nada.
II-.Os experimentados na fé, são aqueles que se tornando adultos espiritualmente precisam de algo sólido, inclusive, porque de muito ouvirem da pregação, a fé ocasionada, poderá despertar entendimentos paralelos às Escrituras, distorcendo a verdadeira vocação das Sagradas Escrituras. Não havendo nova revelação, procuram algo novo que não advêm da Palavra, mas a Palavra pode levar a interpretações alheias a Vontade do Senhor, razão de surgirem falsas doutrinas e igrejas que pregam suas heresias como se elas fossem fruto da própria Palavra. Pregam pelos seus próprios entendimentos, ocasião de surgir outros evangelhos complementares às Escrituras
Os olhos e ouvidos humanos não entendem as coisas de Deus, se não estiverem espiritualmente ligados a Deus. Se estiverem ligados nas possessões terrenas, como literaturas, diplomas, ou meramente leitores da Bíblia, sem se aprofundarem, nos seus conteúdos, não entenderão as Palavras que testificam da fonte de Deus, isto é, o esclarecimento de quem é Deus para os homens. A mente natural não consegue compreender ou aceitar a ação de Deus à humanidade.
Os que conhecem a Cristo não devem se contentar com os meros rudimentos do evangelho, mas seguir avante em conhecer as coisas mais profundas que escapam aos que são apenas inteligentes, eis que estas coisas são reveladas aos que são realmente bons, e tem coração sincero perante Deus, pois pelas palavras Deus esclarece seus mistérios. E ali pelos frutos, Deus demonstra aos homens quem verdadeiramente O tem por Senhor e Salvador, não somente o Deus distante que só contempla.
Os dois tipos de homens acima, tanto o natural quanto o espiritual, exercitam em conhecer ao Senhor, um procurando a salvação e os seus mistérios (o espiritual), outro desejando sondar os pensamentos de Deus para saber se Ele é real (o natural), para se possível contestar sua existência, obra e desejo, pois tem em seu intelecto, a consciência que há o Criador mas sua mente comum não deseja ter este Criador como Senhor. Precisando pois; que passe pela Cruz e aceite o penhor do Perdão que dela provem.
Jesus um dia falou: QUE os homens deveriam, negar-se a si mesmo. Tomar a Cruz, quer dizer recebe-la, suporta-la e além disso, deixar Ele ceiar com aqueles que desejem carregar suas próprias cruzes. Ele está à porta, quem verdadeiramente abrirá o coração para Ele entrar? Os mansos, pois este herdarão a Terra.
CONCLUSÃO: Romanos 8.12 à 14: Assim, pois, irmãos, somos devedores, não à carne como se constrangidos a viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se, pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 11.4.2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
TÚMULO QUE DEU VIDA À CRUZ
O TÚMULO QUE DEU VIDA À CRUZ
Lucas 23:26 E, como o conduzissem, constrangendo um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus.
O que esperava Jesus naquele dia em Jerusalém? Sua Cruz, seu martírio por todos os pecadores, entre eles eu.
Jesus um dia mencionou a que os homens entendessem: Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.
Simão havia carregado a cruz que foi imposta à Cristo, carregou-a sim como um peso, mas o peso do pecado não era de Simão, este coube ao Nosso Salvador Jesus. Homem de compaixão, entre todos os homens com missão.
A cruz, escárnio de gentios, escândalo para os judeus, concedeu vida a todos os homens desgarrados do criador, homens perdidos e condenados não a serem crucificados em cruzes, mas a arderem no lago de fogo que arde dia e noite.
Em Jerusalém naquele dia, aquela multidão queria ver o seu algoz. A mesma multidão que em dias antes havia ovacionado como rei, agora seguia-O e dizia: CRUCIFIQUEM-O ! Trocando-O por um malfeitor. Mal sabiam eles o que viria em seguida à toda a humanidade. Onde o próprio crucificado havia mencionado que POR ELE TER VINDO E TER FALADO, O PECADO DOS HOMENS NÃO HÁ DESCULPA PERANTE OS CÉUS (João 15.22).
Quantos homens que um dia aceitando-O como Senhor, disseram não O quererem mais com salvador. Cansaram de carregar a cruz, achando-a pesada demais.
A mesma cruz que transforma o mais vil dos homens, que encaminha a todos, para que venha experimentar o perdão de Deus, leva a liberdade que Jesus proporciona.
Há os que preferem muitas vezes aos seus amigos, do que ter que abraçar a cruz que era somente para carregar em seus umbrais internos do coração, tem como tão difícil ser carregar a cruz no pensamento. Para nós somente nos foi orientado que a tenhamos gravados como sacrifício que transforma, que nos confronta como pessoas carentes da Graça de Deus, nos levando a abrir mão de nossos conceitos de vida. ACEITAR sua mensagem de salvação por substituição de sacrifício. Recebendo-A como o AIO que nos une ao Pai. Graças a Deus que enviou o seu filho como substituto para conceder vida a todos os mortos espiritualmente, todos aqueles que distanciados da Sua Vontade, perambulam pelo mundo como zumbis, diante da sua Graça. Infelizmente muitos ainda permanecem como aqueles que descem à sepultura, mas com uma diferença: MORTOS VIVOS para com Deus, O Pai.
Eis que para nós que temos a Jesus, achamos a Jesus como amigo, aquele que deu seu sangue para remir-nos por tão grande benção : NOSSA SALVAÇÃO.
Loucura para alguns é a mensagem da sua cruz. Para nós é Poder de Deus para Perdão.
Loucos, podemos ser tachados perante o mundo, mas o que nos conforta é a nossa fé, oriunda da mensagem que dá cruz nos vem, na esperança da promessa do por vir.
Jesus Cristo, o nome que nos dá consolo, o Nome Bom, Nome Precioso que dá paz ao coração. Morto sim, mas que descendo à sepultura, nas profundezas, pregou à espíritos encarcerados em prisão. Resgatou a chave da vida sobre a morte, nos proporcionando perante os céus, nosso renascimento pelo poder que emana do seu sangue, que mesmo vertido numa cruz há mais de 2000 anos, continua sendo derramado a todos os corações que o queiram como salvador e Senhor. Não só uma imagem pré-concebida como um homem que desce da cruz, uma vez ao ano, para estar no meio dos homens, mas aquele que nos enviou o Consolador, para nos instigar ao ARREPENDIMENTO.
Este é o Deus que cremos e que O TEMOS em nosso coração e mente. O Senhor proporcionou um encontro a um homem na estrada de Damasco, vocacionando-o a ser o senhor das epístolas que instigam os homens a que venham crêr na força do poder do evangelho, BOAS NOVAS emanadas da Cruz de Cristo. O símbolo que nos basta, A Nova Aliança, o Verdadeiro Sacrifício. Nossa Benção.
Valdir Carvalho – Cascavel- Pr, 09.4.2009
Lucas 23:26 E, como o conduzissem, constrangendo um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus.
O que esperava Jesus naquele dia em Jerusalém? Sua Cruz, seu martírio por todos os pecadores, entre eles eu.
Jesus um dia mencionou a que os homens entendessem: Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.
Simão havia carregado a cruz que foi imposta à Cristo, carregou-a sim como um peso, mas o peso do pecado não era de Simão, este coube ao Nosso Salvador Jesus. Homem de compaixão, entre todos os homens com missão.
A cruz, escárnio de gentios, escândalo para os judeus, concedeu vida a todos os homens desgarrados do criador, homens perdidos e condenados não a serem crucificados em cruzes, mas a arderem no lago de fogo que arde dia e noite.
Em Jerusalém naquele dia, aquela multidão queria ver o seu algoz. A mesma multidão que em dias antes havia ovacionado como rei, agora seguia-O e dizia: CRUCIFIQUEM-O ! Trocando-O por um malfeitor. Mal sabiam eles o que viria em seguida à toda a humanidade. Onde o próprio crucificado havia mencionado que POR ELE TER VINDO E TER FALADO, O PECADO DOS HOMENS NÃO HÁ DESCULPA PERANTE OS CÉUS (João 15.22).
Quantos homens que um dia aceitando-O como Senhor, disseram não O quererem mais com salvador. Cansaram de carregar a cruz, achando-a pesada demais.
A mesma cruz que transforma o mais vil dos homens, que encaminha a todos, para que venha experimentar o perdão de Deus, leva a liberdade que Jesus proporciona.
Há os que preferem muitas vezes aos seus amigos, do que ter que abraçar a cruz que era somente para carregar em seus umbrais internos do coração, tem como tão difícil ser carregar a cruz no pensamento. Para nós somente nos foi orientado que a tenhamos gravados como sacrifício que transforma, que nos confronta como pessoas carentes da Graça de Deus, nos levando a abrir mão de nossos conceitos de vida. ACEITAR sua mensagem de salvação por substituição de sacrifício. Recebendo-A como o AIO que nos une ao Pai. Graças a Deus que enviou o seu filho como substituto para conceder vida a todos os mortos espiritualmente, todos aqueles que distanciados da Sua Vontade, perambulam pelo mundo como zumbis, diante da sua Graça. Infelizmente muitos ainda permanecem como aqueles que descem à sepultura, mas com uma diferença: MORTOS VIVOS para com Deus, O Pai.
Eis que para nós que temos a Jesus, achamos a Jesus como amigo, aquele que deu seu sangue para remir-nos por tão grande benção : NOSSA SALVAÇÃO.
Loucura para alguns é a mensagem da sua cruz. Para nós é Poder de Deus para Perdão.
Loucos, podemos ser tachados perante o mundo, mas o que nos conforta é a nossa fé, oriunda da mensagem que dá cruz nos vem, na esperança da promessa do por vir.
Jesus Cristo, o nome que nos dá consolo, o Nome Bom, Nome Precioso que dá paz ao coração. Morto sim, mas que descendo à sepultura, nas profundezas, pregou à espíritos encarcerados em prisão. Resgatou a chave da vida sobre a morte, nos proporcionando perante os céus, nosso renascimento pelo poder que emana do seu sangue, que mesmo vertido numa cruz há mais de 2000 anos, continua sendo derramado a todos os corações que o queiram como salvador e Senhor. Não só uma imagem pré-concebida como um homem que desce da cruz, uma vez ao ano, para estar no meio dos homens, mas aquele que nos enviou o Consolador, para nos instigar ao ARREPENDIMENTO.
Este é o Deus que cremos e que O TEMOS em nosso coração e mente. O Senhor proporcionou um encontro a um homem na estrada de Damasco, vocacionando-o a ser o senhor das epístolas que instigam os homens a que venham crêr na força do poder do evangelho, BOAS NOVAS emanadas da Cruz de Cristo. O símbolo que nos basta, A Nova Aliança, o Verdadeiro Sacrifício. Nossa Benção.
Valdir Carvalho – Cascavel- Pr, 09.4.2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
O DESEJO DE SALVAR O MUNDO E A CASA?
O DESEJO DE SALVAR O MUNDO E A CASA?
Há algum tempo mencionei uma coisa:
NO NOSSO MUITO FALAR, MUITAS VEZES ESCONDEMO-NOS POR DETRÁS DAS NOSSAS PALAVRAS, os nossos anseios e frustrações e as nossas próprias falhas.
Indicar os outros com um dedo, envolve pouco esforço, agora, indicar com uma mão aberta, envolve mais esforço muscular e comando de movimento.
Consideremos os fatos em si, ponderando sempre que todos nós DEVEMOS ser orientados à MODERAÇÃO.
Algo me vem à mente quando os mais antigos querem remeter UMA IGREJA ATUAL que tem seus costumes, à HUMANIDADE do passado. Uma igreja cheia de problemas concernentes a sua época, e isto é mal. Luta-se tanto em trazer pessoas deste tempo, com outros pensamentos de época, e quando consegue-se, procura-se por legalismos religiosos remete-la ao passado.
A igreja de 1964 foi uma, a de 1974 outra, a de 1984 outra, a de 1994 outra mais atual, com suas doutrinas à época, já a de 2004, do nosso tempo, procura fazer com que as portas sejam as de 1974/84, como se aquela igreja tenha sido a correta e verdadeira. Engano. Somos temporais e por sermos temporais a igreja deve ser contemporânea. Evidente que não a PALAVRA QUE NELA SE PREGA.... temos defendido que nossas TRADIÇÕES e NOSSOS PRECEITOS ainda são da mentalidade do século XIX, vejamos que no século XX foram inculcados nas mentes dos ouvintes daqueles que divulgaram. Já a nossa sociedade no tempo do século XXI, está pensando no século XXII, não sou defensor do RELATIVISMO, somos contemporâneos inseridos numa grande massa, chamada de IGUAIS, inseridos pela Graça no Reino de Deus, Ele nunca deixou-se revelar em ser um Deus estático, de época, caso assim o fosse, não permitiria que os anos passassem, estaríamos presos a um dia qualquer na história do mundo, quem sabe no dia em que Ele fez o homem, quem sabe Ele nem permitiria que o homem se desenvolvesse no conhecimento.
Quando a Sua Palavra nos instiga a que cresçamos na sua Graça e no conhecimento, também está nos dizendo que não devemos permanecer estáticos e momentâneos. Por que teimamos em permanecer presos ao início, problemáticos, se somos vocacionados à crescer?
Eis a questão: Colocar-se a Palavra de Deus para ser vivida no passado, transformando-a na Lei do crente.
Enquanto uns se esforçam em fazer com que Ela venha TRANSFORMAR pessoas, alguns procuram prender para depois se possível transformar, dizendo assim: O CAMINHO é estreito. Sim sabemos que o é, mas quando Deus nos coloca dentro dele, aqueles querem estreitá-lo ainda mais.
Observe que minha preocupação é relativa a CULTURA mentalizada, quando somos chamados a transformação de mente e de espírito.
Uma constatação: Percebo que há várias pessoas que estão preocupados em ganhar outras várias pessoas ao REINO, mas estreitam tanto o caminho que colocam seus próprios filhos ao lado de fora. Querem que os filhos dos outros se convertam e esquecem dos seus próprios filhos e suas famílias.
Quantas famílias de pregadores, desestruturadas porque não entendem que devem primeiro observar o que pregam para entenderem que se não conseguem pelo menos manter, algo mais difícil ainda, é conseguir outros.
Rigorosos demais com estranhos que os do seu próprio sangue choram as vezes com sangue. Querendo converter o mundo esquecem do seu primeiro mundo, sua família, onde ele tenha que ser o pregador por excelência. Não é fácil, mas ainda assim deve ser necessário rever o conceito que devo instigar à que creiam. Como fala no livro de Isaias: Quem crerá em minha pregação para que possa ser salvo?
Nada causa mais decepção que constatar que não consegui fazer os meus me entenderem e acatarem aquilo que divulgo. E nisso pode estar meu zelo pela tradições da igreja que defendo com tanta gana que levo os meus à se distanciarem dela. E distanciando-se, faço tudo o contrário daquilo que preguei aos outros. Há somente um que sai ganhando com isso: O INIMIGO. Inúmeros casos sabemos sobre isto, simples: Difícil uma casa de ministros do evangelho, principalmente os de tradição pentecostal que não tenham filhos envolvidos com as coisas erradas do mundo. Este cuidado, penso devemos começar a REVER como compreensão e constatação das nossas necessidades como chefes de nossas famílias e das pessoas que Deus nos legou responsabilidades para com o mundo, para com a igreja e principalmente para com Ele.
Nós que falamos que conhecemos a Palavra, constato, ainda, precisamos REPENSAR nossos conceitos e instigar os nossos companheiros a rever os seus.
Eles podem dizer: Espirituais com espirituais e carnais com carnais. Sim, sei, mas a regra é para todos. Por que então exceções? Há crente de segunda? Absolutamente, pois não há Graça de segunda categoria. O amor de Deus é para todos. A Graça e a Paz veio para os de perto e os de longe, para o ocidente e o oriente.
Separados do mundo, mas ainda assim, inseridos no mundo. Não que isto faça com que o mundo e suas coisas adentrem à igreja e não na igreja. O mundo é chamado a entrar à ela para ser transformado através dos luzeiros andantes.
Uma pergunta se deve fazer: Será que Deus não é suficientemente Poderoso para manter a pessoa santa, sem que as tradições assim o façam?
Será que uma pulserinha de ouro faria a pessoa perder a salvação? Seriamos imerecedores da dádiva do perdão de Deus, se assim o pensássemos, pois estaríamos servindo a um deus tão pequeno em sua capacidade e amor. Infelizmente a constatação é exatamente o contrário, homens fortes em manter salvos outros homens e Deus que os chama como COADJUVANTE da OBRA. Algo a se pensar.
Pelo muito tempo falar e ensinar, poderemos tornar-nos como o antigo Saulo e corrermos o risco de nos acharmos exclusivistas, donde o evangelho da REGENERAÇÃO seja para mim, mesmo que o contrário seja exposto como consolação dos que procuram. Infelizmente.
Ainda assim, meu amigo, é só uma preocupação. Algo novo nos foi concedido: Que respeitemos o próximo como a nós mesmos....,O temor ? A Palavra que iremos pregar se encarregará disso. Inverter o poder da Graça no poder das tradições é perigoso.
Por isso te dizer: Nossos anseios podem estar por detrás das nossas palavras.
Evidente que tem que haver regras, mas estas jamais poderão anular a MISERICÓRDIA.
Somos conhecedores da passagem em que menciona: O JUÍZO FOI SUPLANTADO PELA GRAÇA.
É a mesma questão em querer viver a Lei em sua parcialidade, sendo rigorosos com algumas coisas e deixando acontecer as demais. Não há como ter esta concepção sem sermos achados também falhados em alguns quesitos que somos chamados a praticar.
Fácil é apontar, difícil é reconhecer nossas falhas quando somos apontados. O argueiro sempre surge no olho dos outros, os do nosso? Bem, será que os há? rsrsrsr
Somos levados pelo movimento das águas? Não. O Senhor das águas é que nos causa o movimento.
Um abraço
Deus nos fortaleça a cada dia/.
Valdir Carvalho - Cascavel-Pr, 02.4.2009
Há algum tempo mencionei uma coisa:
NO NOSSO MUITO FALAR, MUITAS VEZES ESCONDEMO-NOS POR DETRÁS DAS NOSSAS PALAVRAS, os nossos anseios e frustrações e as nossas próprias falhas.
Indicar os outros com um dedo, envolve pouco esforço, agora, indicar com uma mão aberta, envolve mais esforço muscular e comando de movimento.
Consideremos os fatos em si, ponderando sempre que todos nós DEVEMOS ser orientados à MODERAÇÃO.
Algo me vem à mente quando os mais antigos querem remeter UMA IGREJA ATUAL que tem seus costumes, à HUMANIDADE do passado. Uma igreja cheia de problemas concernentes a sua época, e isto é mal. Luta-se tanto em trazer pessoas deste tempo, com outros pensamentos de época, e quando consegue-se, procura-se por legalismos religiosos remete-la ao passado.
A igreja de 1964 foi uma, a de 1974 outra, a de 1984 outra, a de 1994 outra mais atual, com suas doutrinas à época, já a de 2004, do nosso tempo, procura fazer com que as portas sejam as de 1974/84, como se aquela igreja tenha sido a correta e verdadeira. Engano. Somos temporais e por sermos temporais a igreja deve ser contemporânea. Evidente que não a PALAVRA QUE NELA SE PREGA.... temos defendido que nossas TRADIÇÕES e NOSSOS PRECEITOS ainda são da mentalidade do século XIX, vejamos que no século XX foram inculcados nas mentes dos ouvintes daqueles que divulgaram. Já a nossa sociedade no tempo do século XXI, está pensando no século XXII, não sou defensor do RELATIVISMO, somos contemporâneos inseridos numa grande massa, chamada de IGUAIS, inseridos pela Graça no Reino de Deus, Ele nunca deixou-se revelar em ser um Deus estático, de época, caso assim o fosse, não permitiria que os anos passassem, estaríamos presos a um dia qualquer na história do mundo, quem sabe no dia em que Ele fez o homem, quem sabe Ele nem permitiria que o homem se desenvolvesse no conhecimento.
Quando a Sua Palavra nos instiga a que cresçamos na sua Graça e no conhecimento, também está nos dizendo que não devemos permanecer estáticos e momentâneos. Por que teimamos em permanecer presos ao início, problemáticos, se somos vocacionados à crescer?
Eis a questão: Colocar-se a Palavra de Deus para ser vivida no passado, transformando-a na Lei do crente.
Enquanto uns se esforçam em fazer com que Ela venha TRANSFORMAR pessoas, alguns procuram prender para depois se possível transformar, dizendo assim: O CAMINHO é estreito. Sim sabemos que o é, mas quando Deus nos coloca dentro dele, aqueles querem estreitá-lo ainda mais.
Observe que minha preocupação é relativa a CULTURA mentalizada, quando somos chamados a transformação de mente e de espírito.
Uma constatação: Percebo que há várias pessoas que estão preocupados em ganhar outras várias pessoas ao REINO, mas estreitam tanto o caminho que colocam seus próprios filhos ao lado de fora. Querem que os filhos dos outros se convertam e esquecem dos seus próprios filhos e suas famílias.
Quantas famílias de pregadores, desestruturadas porque não entendem que devem primeiro observar o que pregam para entenderem que se não conseguem pelo menos manter, algo mais difícil ainda, é conseguir outros.
Rigorosos demais com estranhos que os do seu próprio sangue choram as vezes com sangue. Querendo converter o mundo esquecem do seu primeiro mundo, sua família, onde ele tenha que ser o pregador por excelência. Não é fácil, mas ainda assim deve ser necessário rever o conceito que devo instigar à que creiam. Como fala no livro de Isaias: Quem crerá em minha pregação para que possa ser salvo?
Nada causa mais decepção que constatar que não consegui fazer os meus me entenderem e acatarem aquilo que divulgo. E nisso pode estar meu zelo pela tradições da igreja que defendo com tanta gana que levo os meus à se distanciarem dela. E distanciando-se, faço tudo o contrário daquilo que preguei aos outros. Há somente um que sai ganhando com isso: O INIMIGO. Inúmeros casos sabemos sobre isto, simples: Difícil uma casa de ministros do evangelho, principalmente os de tradição pentecostal que não tenham filhos envolvidos com as coisas erradas do mundo. Este cuidado, penso devemos começar a REVER como compreensão e constatação das nossas necessidades como chefes de nossas famílias e das pessoas que Deus nos legou responsabilidades para com o mundo, para com a igreja e principalmente para com Ele.
Nós que falamos que conhecemos a Palavra, constato, ainda, precisamos REPENSAR nossos conceitos e instigar os nossos companheiros a rever os seus.
Eles podem dizer: Espirituais com espirituais e carnais com carnais. Sim, sei, mas a regra é para todos. Por que então exceções? Há crente de segunda? Absolutamente, pois não há Graça de segunda categoria. O amor de Deus é para todos. A Graça e a Paz veio para os de perto e os de longe, para o ocidente e o oriente.
Separados do mundo, mas ainda assim, inseridos no mundo. Não que isto faça com que o mundo e suas coisas adentrem à igreja e não na igreja. O mundo é chamado a entrar à ela para ser transformado através dos luzeiros andantes.
Uma pergunta se deve fazer: Será que Deus não é suficientemente Poderoso para manter a pessoa santa, sem que as tradições assim o façam?
Será que uma pulserinha de ouro faria a pessoa perder a salvação? Seriamos imerecedores da dádiva do perdão de Deus, se assim o pensássemos, pois estaríamos servindo a um deus tão pequeno em sua capacidade e amor. Infelizmente a constatação é exatamente o contrário, homens fortes em manter salvos outros homens e Deus que os chama como COADJUVANTE da OBRA. Algo a se pensar.
Pelo muito tempo falar e ensinar, poderemos tornar-nos como o antigo Saulo e corrermos o risco de nos acharmos exclusivistas, donde o evangelho da REGENERAÇÃO seja para mim, mesmo que o contrário seja exposto como consolação dos que procuram. Infelizmente.
Ainda assim, meu amigo, é só uma preocupação. Algo novo nos foi concedido: Que respeitemos o próximo como a nós mesmos....,O temor ? A Palavra que iremos pregar se encarregará disso. Inverter o poder da Graça no poder das tradições é perigoso.
Por isso te dizer: Nossos anseios podem estar por detrás das nossas palavras.
Evidente que tem que haver regras, mas estas jamais poderão anular a MISERICÓRDIA.
Somos conhecedores da passagem em que menciona: O JUÍZO FOI SUPLANTADO PELA GRAÇA.
É a mesma questão em querer viver a Lei em sua parcialidade, sendo rigorosos com algumas coisas e deixando acontecer as demais. Não há como ter esta concepção sem sermos achados também falhados em alguns quesitos que somos chamados a praticar.
Fácil é apontar, difícil é reconhecer nossas falhas quando somos apontados. O argueiro sempre surge no olho dos outros, os do nosso? Bem, será que os há? rsrsrsr
Somos levados pelo movimento das águas? Não. O Senhor das águas é que nos causa o movimento.
Um abraço
Deus nos fortaleça a cada dia/.
Valdir Carvalho - Cascavel-Pr, 02.4.2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
A HERANÇA QUE VENCE O MUNDO
A HERANÇA QUE VENCE O MUNDO: NOSSA FÉ
Números 34.1 à 2 Disse mais o SENHOR a Moisés: Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã, será esta a terra que vos cairá em herança: a terra de Canaã, segundo os seus limites.
Números 34.16à 19: Disse mais o SENHOR a Moisés: São estes os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num. Tomareis mais de cada tribo um príncipe, para repartir a terra em herança. São estes os nomes dos homens: da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné....
45 anos separam esta instrução profética de Deus à Moisés. Com riqueza de detalhes, os quais vieram a acontecer quando Josué então líder, dividiria a terra. Eis que coloca-se Calebe à frente de seu amigo líder, e o faz relembrar das promessas sobre eles dois. Dizendo: Dá-me este monte.
Estava Calebe agora com 85 anos, mas ainda era homem de guerra, também já avançado em seus dias, mas com inteireza da justiça de Deus em seu coração. Confiou nas promessas e soubera esperar. Aos nossos olhos, 45 anos de lutas e batalhas ferrenhas internas e externas. Neste período, perdera amigos pelas desobediência a Deus, ele sabia o que passara, provações e persistência, consciente que era, obedecera.
À Calebe não coube o sorteio como aos outros líderes de tribos. Era promessa, requereu pois ele do seu senhor Josué, fez-lhe lembrar do que Deus havia mencionado. O êxito da promessa, desejou possuir a Hebrom, terra da qual Abraão e Jacó gostavam muito. Coube por obediência e fidelidade à Deus, a herança do espia e valente Calebe, a terra que pacientemente soube esperar como recompensa. Sabia Calebe que ainda assim, para dela tomar a definitiva posse, haveria de travar mais lutas com os que dela tinham o domínio.
Todos os que receberam suas divisas, as obtiveram por terem crido. Herdaram pela fé na Palavra Daquele que a eles havia prometido. Contemplados, receberam porque obedeceram, por isso tomaram posse.
Um detalhe chama a nossa atenção:
Estabelecera Deus, os contornos de limites de cada área de cada tribo, mesmo quando nem o Jordão ainda haviam passado. Mesmo antes de haverem caminhado pelo deserto. (Números 34 adiante...)
Estabelecera Deus, algumas normativas para o efetivo domínio sobre a terra de Canaã conforme Números 33.51 à 55: Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã, desapossareis de diante de vós todos os moradores da terra, destruireis todas as pedras com figura e também todas as suas imagens fundidas e deitareis abaixo todos os seus ídolos; tomareis a terra em possessão e nela habitareis, porque esta terra, eu vo-la dei para a possuirdes; herdareis a terra por sortes, segundo as vossas famílias; à tribo mais numerosa dareis herança maior; à pequena, herança menor. Onde lhe cair a sorte, esse lugar lhe pertencerá; herdareis segundo as tribos de vossos pais. Porém, se não desapossardes de diante de vós os moradores da terra, então, os que deixardes ficar ser-vos-ão como espinhos nos vossos olhos e como aguilhões nas vossas ilhargas e vos perturbarão na terra em que habitardes.
Josué já entrado em dias, Deus ainda lhe fala que haveria tanta terra para tomar posse. Antevia Deus, que o povo se deixaria ser dominado pelos que remanescentes povos que Israel deixara viver. O que de fato ocorreu. Juízes 2.6 à 15 fazer leitura....
Por que deixara Deus que isto acontecesse? Leiamos Êxodo 23.29 à 33.
Em nossa aplicação: Duas palavras devemos levar em conta “pouco a pouco” e “diante de ti”:
Nossa luta em vencermos as ciladas do nosso inimigo é constante, nossa caminhada é de fé em fé, de vitória em vitória, para que não venhamos a nos gloriar. Deus é louvado nisso. Quando O buscamos como refúgio e socorro, fortaleza bem presente em nossas angústias, Ele é exaltado...
Diante de nós está o mundo com suas concupiscências. Aquele que vencer será coroado, vestirá novas vestes, habitará na casa do Senhor por herança, para sempre. É preciso ouvir: Eis que Eu estou a porta de bato, se alguém escutar a minha voz, Eu cearei com ele e ele Comigo. Na casa de meu Pai há muitas moradas, se não fosse assim eu lhes não teria tido, vou lhes preparar lugar...
A maior herança que o cristão deve aguardar receber: A VITÓRIA na certeza da salvação, obtida pelas lutas espirituais que trava diariamente com perseverança e fidelidade, ganhas pelo poder de Deus em nossas vidas, que lança fora os inimigos, não pela nossa própria força, mas sim pela força da NOSSA FÉ.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 06.3.2009
Números 34.1 à 2 Disse mais o SENHOR a Moisés: Dá ordem aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã, será esta a terra que vos cairá em herança: a terra de Canaã, segundo os seus limites.
Números 34.16à 19: Disse mais o SENHOR a Moisés: São estes os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num. Tomareis mais de cada tribo um príncipe, para repartir a terra em herança. São estes os nomes dos homens: da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné....
45 anos separam esta instrução profética de Deus à Moisés. Com riqueza de detalhes, os quais vieram a acontecer quando Josué então líder, dividiria a terra. Eis que coloca-se Calebe à frente de seu amigo líder, e o faz relembrar das promessas sobre eles dois. Dizendo: Dá-me este monte.
Estava Calebe agora com 85 anos, mas ainda era homem de guerra, também já avançado em seus dias, mas com inteireza da justiça de Deus em seu coração. Confiou nas promessas e soubera esperar. Aos nossos olhos, 45 anos de lutas e batalhas ferrenhas internas e externas. Neste período, perdera amigos pelas desobediência a Deus, ele sabia o que passara, provações e persistência, consciente que era, obedecera.
À Calebe não coube o sorteio como aos outros líderes de tribos. Era promessa, requereu pois ele do seu senhor Josué, fez-lhe lembrar do que Deus havia mencionado. O êxito da promessa, desejou possuir a Hebrom, terra da qual Abraão e Jacó gostavam muito. Coube por obediência e fidelidade à Deus, a herança do espia e valente Calebe, a terra que pacientemente soube esperar como recompensa. Sabia Calebe que ainda assim, para dela tomar a definitiva posse, haveria de travar mais lutas com os que dela tinham o domínio.
Todos os que receberam suas divisas, as obtiveram por terem crido. Herdaram pela fé na Palavra Daquele que a eles havia prometido. Contemplados, receberam porque obedeceram, por isso tomaram posse.
Um detalhe chama a nossa atenção:
Estabelecera Deus, os contornos de limites de cada área de cada tribo, mesmo quando nem o Jordão ainda haviam passado. Mesmo antes de haverem caminhado pelo deserto. (Números 34 adiante...)
Estabelecera Deus, algumas normativas para o efetivo domínio sobre a terra de Canaã conforme Números 33.51 à 55: Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã, desapossareis de diante de vós todos os moradores da terra, destruireis todas as pedras com figura e também todas as suas imagens fundidas e deitareis abaixo todos os seus ídolos; tomareis a terra em possessão e nela habitareis, porque esta terra, eu vo-la dei para a possuirdes; herdareis a terra por sortes, segundo as vossas famílias; à tribo mais numerosa dareis herança maior; à pequena, herança menor. Onde lhe cair a sorte, esse lugar lhe pertencerá; herdareis segundo as tribos de vossos pais. Porém, se não desapossardes de diante de vós os moradores da terra, então, os que deixardes ficar ser-vos-ão como espinhos nos vossos olhos e como aguilhões nas vossas ilhargas e vos perturbarão na terra em que habitardes.
Josué já entrado em dias, Deus ainda lhe fala que haveria tanta terra para tomar posse. Antevia Deus, que o povo se deixaria ser dominado pelos que remanescentes povos que Israel deixara viver. O que de fato ocorreu. Juízes 2.6 à 15 fazer leitura....
Por que deixara Deus que isto acontecesse? Leiamos Êxodo 23.29 à 33.
Em nossa aplicação: Duas palavras devemos levar em conta “pouco a pouco” e “diante de ti”:
Nossa luta em vencermos as ciladas do nosso inimigo é constante, nossa caminhada é de fé em fé, de vitória em vitória, para que não venhamos a nos gloriar. Deus é louvado nisso. Quando O buscamos como refúgio e socorro, fortaleza bem presente em nossas angústias, Ele é exaltado...
Diante de nós está o mundo com suas concupiscências. Aquele que vencer será coroado, vestirá novas vestes, habitará na casa do Senhor por herança, para sempre. É preciso ouvir: Eis que Eu estou a porta de bato, se alguém escutar a minha voz, Eu cearei com ele e ele Comigo. Na casa de meu Pai há muitas moradas, se não fosse assim eu lhes não teria tido, vou lhes preparar lugar...
A maior herança que o cristão deve aguardar receber: A VITÓRIA na certeza da salvação, obtida pelas lutas espirituais que trava diariamente com perseverança e fidelidade, ganhas pelo poder de Deus em nossas vidas, que lança fora os inimigos, não pela nossa própria força, mas sim pela força da NOSSA FÉ.
Valdir Carvalho – Cascavel-Pr, 06.3.2009
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